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ARQUIVO - NO MUNDO DOS FAMOSOS
 


Entrevista Especial com RODRIGO SIMAS

 

Hoje eu entrevisto aqui “No Mundo dos Famosos” um dos atores que mais faz sucesso com o público feminino, pois além da beleza outro fato atrativo no galã é seu imensurável talento. Ele estreou na teledramaturgia dando vida ao Júnior na novela “Poder Paralelo”, na Rede Record. Em seguida fez sua estreia na TV Globo como o Leandro na novela “Fina Estampa” e de lá pra cá não parou mais e a cada trabalho fica muito mais evidente seu talento e a carreira sólida que vem construindo. A “Entrevista Especial” de hoje é com o incrível ator RODRIGO SIMAS.

“Eu acho que cada personagem é um grande desafio, pois obriga o ator a se superar”.

(Rodrigo Simas)

Jéfferson Balbino: Agora em abril a TV Globo comemorou seus 50 anos. Como é trabalhar na maior emissora do Brasil?

Rodrigo Simas: É um prazer muito grande fazer parte desses 50 anos da Globo. E desses 50 anos eu estou há 4 anos na Globo...

Jéfferson Balbino: E como foi participar do Show dos 50 anos da Globo?

Rodrigo Simas: Gostei muito de fazer uma participação no Show dos 50 anos da Globo, pois representei o jornaleiro entregando o primeiro exemplar do jornal O Globo e foi uma participação pequena, porém, com tamanha significação.

Jéfferson Balbino: Embora você tenha pouco tempo de carreira você já fez muitos trabalhos notáveis.

Rodrigo Simas: Tudo aconteceu muito rápido, as oportunidades foram surgindo e eu agradeço a Deus por estar trilhando um caminho, uma trajetória crescente. A minha primeira novela na Globo aconteceu em 2011 e eu já estou quase na minha quinta novela. Estou muito feliz em trilhar esse caminho e tenho certeza que esses são apenas os primeiros passos.


Jéfferson Balbino: Que tipos específicos de personagens você sonha em interpretar ao longo de sua carreira?

Rodrigo Simas: Tem milhões de personagens que eu sonho em fazer. Eu espero fazer bastante coisa diferente ainda.

Jéfferson Balbino: Qual é o maior desafio para o ator?

Rodrigo Simas: Eu acho que cada personagem é um grande desafio, pois obriga o ator a se superar.

Jéfferson Balbino: Como foi participar do “Saltibum”?

Rodrigo Simas: Foi uma experiência maravilhosa, fique amarradão mesmo. E, é sempre uma grande emoção ver o resultado pela televisão. E o legal disso tudo é que é um incentivo ao esporte, aos saltos ornamentais e ainda para as Olimpíadas do ano que vem que será aqui no Rio de Janeiro, enfim, por tudo isso eu fiquei muito feliz de ter feito esse quadro do “Caldeirão do Huck”.

Jéfferson Balbino: Você também participou da “Dança dos Famosos” do programa “Domingão do Faustão”. Te agrada deixar um pouco a atuação para participar desses tipos de atrações televisivas?

Rodrigo Simas: Sim – e muito. Eu sou muito competitivo, gosto muito de competição, principalmente, porque toda competição te promove um espírito de superação. Eu já participei, além da “Dança dos Famosos” e do “Saltibum”, do “Lata Velha” e quero fazer mais, tomara que surja mais pra frente...

Jéfferson Balbino: E quando você retornará às novelas?

Rodrigo Simas: Então a principio vou continuar de férias até porque eu emendei três trabalhos, mas se Deus quiser lá pro final do ano devo estar fazendo alguma coisa de novo.

Jéfferson Balbino: E como você planeja curtir esse período sabático de férias?

Rodrigo Simas: Eu só quero viajar (risos)...

Jéfferson Balbino: Recentemente, você deu vida ao Beto na novela “Boogie Oogie” onde você tinha um visual característico da década de 1970. Agora que a novela terminou você sente falta daquele cabelão adotado para o personagem?

Rodrigo Simas: Não sinto falta não (risos), mas é claro que a gente acaba acostumando, acha bacana o resultado no vídeo, porém, eu não acha tão legal usar não (risos).

Jéfferson Balbino: E como foi contracenar com a maravilhosa atriz Deborah Secco em “Boogie Oogie”?

Rodrigo Simas: Foi maravilhoso, pois desde pequeno sempre fui fã do trabalho dela e nossos personagens tiveram uma ‘química’ maneira.

Jéfferson Balbino: E como você lida com a fama?

Rodrigo Simas: Como o resultado do meu trabalho. Não procuro pensar como se tivesse num pedestal merecendo ser reverenciado - pelo contrário. O artista é um ser humano igual às outras pessoas.

Jéfferson Balbino: Já houve algum assédio inusitado de alguma fã (risos)?

Rodrigo Simas: Às vezes rola alguma coisa inusitada, engraçada (risos)... Geralmente acontece com as meninas mais novas até porque eu faço bastante baile de debutante.

Jéfferson Balbino: E como é fazer esse tipo de trabalho?

Rodrigo Simas: Eu acho muito gratificante fazer parte de um sonho, de um dia importante na vida da menina.

Jéfferson Balbino: E qual é o seu maior sonho profissional?

Rodrigo Simas: Atuar fora do Brasil, mas sei que ainda isso é cedo pra acontecer.

Jéfferson Balbino: Rodrigo, muito obrigado por conceder essa entrevista ao “No Mundo dos Famosos”. Um grande abraço e muito mais sucesso!

 

Rodrigo Simas: Valeu Jéfferson, abraço!



Escrito por No Mundo dos Famosos às 13h32
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Tapete Vermelho: HEBE

 

Pela primeira vez relembramos de uma estrela que já não está no nosso meio. Foi uma grande atriz, cantora e apresentadora amada e admirada por todos. Seu sorriso era contagioso e embora já não possamos vê-lo é impossível esquecê-lo. Com uma humildade inacreditável foi e, é admirada por grandes nomes da televisão e anônimos de diferentes partes do Mundo, não é por acaso que será sempre lembrada como a Rainha da Televisão Brasileira e nosso “Tapete Vermelho” jamais será deixado de ser estendido à Hebe Camargo.

Hebe nasceu em Taubaté (SP), teve uma infância muito humilde, é a caçula de sete filhos e estudou até a quarta série do primário. Inacreditavelmente, na década de 50 Hebe ajudou a equipe que foi ao porto de Santos buscar equipamentos para dar inicio a primeira rede de televisão, a “TV Tupi”. Já talentosa e desinibida foi convidada por Assis Chateaubriand para participar da primeira transmissão ao vivo da TV no Brasil. Hebe também iniciou o primeiro programa feminino em 1955, “O Mundo é das Mulheres”. Em 1979 o programa “HEBE” estreou na “Rede Bandeirantes”, que começou sendo exibido nas noites de domingo e depois foi transferido para as noites de segunda. Em 1986, “HEBE” foi para o “SBT” e ficou no ar até 2010, quando a apresentadora assinou com a “Rede TV”. Infelizmente às vésperas de retornar ao “SBT”, o Brasil parou com a notícia de sua morte, em 29 de setembro de 2012.

Hebe apresentou outros programas e fez participações especiais, porém, seu maior legado deixado foi a forma de defender nosso país e o carinho para com as pessoas. O dia 08 de março é lembrado como o “Dia da Mulher”, dia em que Hebe comemorava aniversário. Nenhuma outra pessoa poderia representar melhor essa data senão uma Guerreira, carismática e defensora dos direitos do ser humano.

Hebe, obrigado por tudo!

Até a próxima...

 

Por Jaciano Souza



Escrito por No Mundo dos Famosos às 13h02
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Entrevista Especial com MÁRIO TEIXEIRA

 

Nessa semana de estreia da nova novela das sete eu trago pra vocês uma “Entrevista Especial” com um dos autores da trama. Embora não seja um dos novelistas conhecidos do grande público ele tem uma notória carreira na televisão, pois já escreveu algumas novelas de grande sucesso de público e crítica como “O Cravo e a Rosa” e atualmente repete a parceria com o nosso querido Alcides Nogueira na autoria da novela “I Love Paraisópolis” que mal estreou e já é um grande sucesso. O entrevistado de hoje do “No Mundo dos Famosos” é o talentoso autor MÁRIO TEIXEIRA.

“I Love Paraisópolis é uma novela que tem o pé calcado na realidade do Brasil, mas também é uma novela que fala fundamentalmente do sonho.”

(Mário Teixeira)

Jéfferson Balbino: Como surgiu seu interesse pela carreira de novelista?

Mário Teixeira: [pausa] Acho que naturalmente, assim como eu sinto vontade de tomar banho...

Jéfferson Balbino: E teve alguma influência direta ou indireta na escolha da profissão?

Mário Teixeira: Teve... Do Nils Maya que é um dramaturgo americano que eu gosto muito, do Marcos Rey que é um escritor brasileiro que eu gosto muito também, de Balzac que é um escritor que eu amo e tantos outros escritores americanos.

Jéfferson Balbino: Mário, como surgiu a idéia dessa sua parceria com o nosso querido Tide [Alcides Nogueira] que começou com a novela “Ciranda de Pedra”?

Mário Teixeira: A idéia dessa parceria surgiu de um sonho meu, pois eu já pensava nisso há muito tempo, porém, a gente não se conhecia, fomos nos conhecer num encontro de autores da TV Globo, mas eu já admirava muito a obra do Tide só não nos conhecíamos pessoalmente, apesar de termos vários conhecidos em comum aí ele me convidou para escrever “Ciranda de Pedra” com ele e daí começou essa nossa parceria.

Jéfferson Balbino: Houve alguma dificuldade, talvez por parte da emissora, em ambientar a história da novela “I Love Paraisópolis” especificamente na comunidade de Paraisópolis?

Mário Teixeira: Não, pelo contrário. A emissora deu, desde o início, o maior apoio, achou que a idéia era um máximo. A Globo sempre apóia as idéias boas... E acho que a nossa idéia em ambientar essa novela na comunidade de Paraisópolis foi uma idéia boa e muito inovadora.

Jéfferson Balbino: “I Love Paraisópolis” pode ser considerada uma novela de cunho extremamente social?

Mário Teixeira: “I Love Paraisópolis” é uma novela que tem o pé calcado na realidade do Brasil, mas também é uma novela que fala fundamentalmente do sonho.

Jéfferson Balbino: E porque ambientar a novela justamente na comunidade de Paraisópolis? Poderia ter sido em outra comunidade ou tinha que ser especificamente nessa?

Mário Teixeira: Porque é um microcosmo do Brasil... É uma comunidade que fica ao lado do Morumbi que é um bairro referência e, é uma comunidade que é uma cidade dentro de si própria e que ao mesmo tempo é um verdadeiro microcosmo do Brasil.

Jéfferson Balbino: Mas a história da novela poderia ser ambientada em outra comunidade? Como, por exemplo, numa comunidade do Rio de Janeiro?

Mário Teixeira: Sim... Pois, é uma história universal. Pode se passar em qualquer lugar, mas escolhemos Paraisópolis como o cenário da nossa novela, mas é claro que poderia ser ambientada em qualquer comunidade existente no Brasil.

Jéfferson Balbino: E porque escolheram ambientá-la nessa comunidade?

Mário Teixeira: Porque é uma comunidade que a gente já conhece, afinal tanto eu quanto o Tide somos de São Paulo.

Jéfferson Balbino: Atualmente as novelas do horário das seis e das sete da TV Globo vem apresentando um número reduzido de capítulos. Esse critério também ocorrerá em “I Love Paraisópolis”?

Mário Teixeira: A principio teremos 155 capítulos previstos.

Jéfferson Balbino: Mas poderá ser esticada?

Mário Teixeira: Eu espero que não, pois tenho outros projetos (risos).

Jéfferson Balbino: E pode adiantar algum desses projetos para o “No Mundo dos Famosos”?

 

Mário Teixeira: Posso sim... Um desses projetos é com o próprio Alcides, é uma nova novela das sete, mas que isso não posso te falar agora (risos).



Escrito por No Mundo dos Famosos às 18h38
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Entrevista Especial com MÁRIO TEIXEIRA

Jéfferson Balbino: É aquela novela de época que foi noticiado que vocês fariam tempos atrás?

Mário Teixeira: Não, é outra... Essa que te falei é temporal.

Jéfferson Balbino: Que personagens você acha que o público vai se amarrar?

Mário Teixeira: Acho que a Soraya é a vilã que todos adoram odiar...

Jéfferson Balbino: E quais atuações do elenco você destacaria?

Mário Teixeira: A Tatá Werneck que é um sonho, é uma surpresa a cada capítulo é uma a camaleoa... Também a Bruna Marquezine, o Mauricio Destri, enfim o nosso elenco é todo maravilho, pois é uma novela calcada em personagens onde cada qual tem a sua história, cada qual tem a sua trajetória então todos estão surpreendentes.

Jéfferson Balbino: E você e o Tide estão dando liberdade pra Tatá [Werneck] improvisar no texto assim como ela teve durante a novela “Amor à Vida”?

Mário Teixeira: Sim, mas ela é muito disciplinada viu?! Ela improvisa muito pouco.

Jéfferson Balbino: Saindo um pouco do seu trabalho atual e olhando pra sua carreira como um todo, não podemos deixar de citar o grande sucesso que foi a novela “O Cravo e a Rosa” onde você dividiu a autoria com o Walcyr Carrasco. A que você atribui o imenso sucesso dessa trama?

Mário Teixeira: Realmente foi um absoluto sucesso tanto que foi reprisada duas vezes no “Vale a Pena Ver de Novo”... Eu lembro com muito carinho desse trabalho e o sucesso se deu pelo conjunto da obra.

Jéfferson Balbino: E como foi trabalhar com o inesquecível [Walter] Avancini que dirigiu com total maestria “O Cravo e a Rosa”?

Mário Teixeira: Foi maravilhoso ainda mais porque eu o já conhecia, afinal ele dirigiu “Tocaia Grande” na Manchete eu era colaborador do George Walter Durst. E conhecer e trabalhar com o Avancini foi uma honra, uma aula e um privilégio.

Jéfferson Balbino: E ele era severo com os autores igual foi com os atores (risos)?

Mário Teixeira: Não (risos)... Eu conheci um Avancini muito doce talvez por conta da idade e talvez seja a idade que o tenha amansado.

Jéfferson Balbino: Por ser um marco na história da teledramaturgia brasileira, a novela “O Cravo e a Rosa” é o seu trabalho que você tem um carinho um pouco mais especial?

Mário Teixeira: Tenho um carinho muito especial por essa novela, mas também tenho um carinho muito especial pelo “Sítio do Picapau Amarelo” que eu escrevi pra Globo e que eu li quando era criança, gosto muito do “Sítio...” também.

Jéfferson Balbino: E como foi trabalhar com o meu querido amigo Júlio Fischer que foi o seu colaborador no “Sítio do Picapau Amarelo”?

Mário Teixeira: Foi muito gratificante, ele é muito talentoso, nos demos muito bem. Eu gosto muito dele!

Jéfferson Balbino: O que você acredita ser a maior contribuição da teledramaturgia para a sociedade brasileira?

Mário Teixeira: Eu acho que imprimiu um retrato muito bonito e preciso do que o Brasil é... E a novela brasileira tem o cunho social e o cunho artístico o que é maravilhoso.

Jéfferson Balbino: E você é um autor que assiste novelas também?

Mário Teixeira: Assisto as que eu gosto...

Jéfferson Balbino: Sacia uma curiosidade nossa: Quais as que você gostou de assistir?

Mário Teixeira: “Vale Tudo”, “Guerra dos Sexos” do Silvio de Abreu e ele pra mim é uma referência, pois gostei de tantas outras dele como “Sassaricando” e também gostei muito de “Que Rei Sou Eu?”.

Jéfferson Balbino: Se você pudesse escrever um remake de uma novela clássica da história da teledramaturgia brasileira qual seria?

Mário Teixeira: Qualquer novela do Silvio de Abreu.

Jéfferson Balbino: Mário, foi um prazer entrevistar você para o portal “No Mundo dos Famosos”, parabéns pela carreira e todo sucesso do mundo pra você e o Tide com “I Love Paraisópolis”. Um grande abraço!

 

Mário Teixeira: Muito obrigado!



Escrito por No Mundo dos Famosos às 18h37
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TV Tudo

UMA NOVELA TÃO ALTO ASTRAL QUE JUSTIFICA SEU NOME

 

Resultado de imagem para alto astral logo 

Terminou na última sexta-feira a melhor novela das sete dos últimos anos. Lamento não tê-la acompanhado integralmente, mas ao passo que consegui ver, era uma novela boa de se ver. Alto Astral foi a comédia na medida certa para o horário das sete que pede tal humor. Humor esse que foi completamente esquecido pela terrível Além do Horizonte no ano passado. A sua antecessora, Geração Brasil, tentou inovar no horário abordando a tecnologia, mas derrapou feio na história. Alto Astral acabou chegando sob desconfiança, depois de dois grandes fracassos seguidos, e em pleno final de ano. Mas a trama vinha de um ótimo argumento de Andréa Maltarolli, que desenvolvia a sinopse após terminar Beleza Pura em 2008. Infelizmente ela faleceu no ano seguinte. O colaborador Daniel Ortiz foi efetivado autor, e recuperou a sinopse, com supervisão de Sílvio de Abreu, colocando na história fantasmas, assombrações, temática espírita, tudo junto e misturado. Ficção pura, novela clássica. E deu tudo certo! Média final de 22 pontos, o que não é nenhum espetáculo, mas já bem suficiente para reerguer este horário. O destaque positivo, óbvio ululante, vai para Cláudia Raia. Particularmente humor é com ela mesmo. Não personagens dramáticos ou vilãs caras feias (Lívia de Salve Jorge que o diga). A charlatã Samantha reinou muito. E com a chegada do fiel escudeiro Pepito (Conrado Caputo), só melhorou a coisa. Dupla incrível! E tiveram seu final feliz num palácio, ao lado do "cara de Jesus" Mohammed (Igor Rickli). O casal principal também merece elogios, principalmente o médium Caíque (Sérgio Guizé). O primeiro papel principal do ator foi de enorme responsabilidade, e ele se saiu muito bem. O dom espiritual de Caíque foi bem explorado, visto que somente ele via uma bela menina. Ou melhor, Bella. Que no último capítulo viria a ser criança de verdade, anos mais tarde, com a mesma carinha de anjo. Essa menina foi um encanto.

 

E todo casal romântico tinha que ter um antagonista terrível e odiado. Daí surgiu Marcos, vilão mais mal caráter que político corrupto, que terminou com esquizofrenia e pagando pelo mal que fez. Ótimo trabalho de Thiago Lacerda. Outros destaques a serem lembrados são Elizabeth Savalla (Tina), depois de anos atuando só em novelas de Walcyr Carrasco. Otávio Augusto, Leopoldo Pacheco, o pai de quatro filhos com nomes de países, fez um dos núcleos mais curiosos que já vi. Israel, Itália, Bélgica e Afeganistão!

E outras coisas a mais para se lembrar por um bom tempo. Alto Astral prova que uma novela básica e simples, fazendo o "feijão com arroz", ainda dá certo. Podemos ver mais disso futuramente.

 

E estamos na primeira semana de I Love Paraisópolis. O título pode ser estranho, mas a história tem chance de emplacar. Se a dupla Alcides Nogueira e Mário Teixeira estiver inspirada, vem novelão por aí. É só acreditar.

 

 



Escrito por No Mundo dos Famosos às 15h53
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