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ARQUIVO - NO MUNDO DOS FAMOSOS
 


Entrevista Especial com THIAGO FRAGOSO

 

Hoje eu entrevisto aqui “No Mundo dos Famosos” um dos maiores talentos dessa geração. Ele estreou na teledramaturgia em 1996, como coadjuvante, na novela “Perdidos de Amor” e a partir desse trabalho foi crescendo cada vez mais na profissão e em cada novela reafirmava o seu enorme talento e foi por isso que, 10 anos após o seu primeiro trabalho na TV, surgiu o seu primeiro protagonista, o Marcos no remake da novela “O Profeta” e aí a sua carreira deslanchou de vez e ele foi cada vez mais sendo convidado para dar vida aos protagonistas das novelas da Globo, mas até quando interpretava algum coadjuvante ainda assim ele conseguia roubar a cena e carregar a novela, a prova de tal constatação pode ser notada quando esse ator interpretou o Niko na novela “Amor à Vida” e protagonizou ao lado do ator Mateus Solano o primeiro gay na teledramaturgia da TV Globo. Atualmente, ele vem protagonizando, ao lado da atriz Camila Pitanga, “Babilônia”, a novela das nove da emissora. A nossa “Entrevista Especial” de hoje é com o talentoso ator THIAGO FRAGOSO.

“Ideologicamente o ator é muito mais feliz quando ele está exercitando suas funções sociais.”

(Thiago Fragoso)

Jéfferson Balbino: Thiago, você já fez muitos personagens marcantes na teledramaturgia, como o Estevão na minissérie “A Casa das Sete Mulheres”, o Nando na novela “O Clone”, o Marcos em “O Profeta”, o Diego em “Negócio da China”, o Vitor em “Araguaia”, o Márcio em “O Astro”, o Edgar em “Lado a Lado” e o Niko em “Amor à Vida”. O que o seu atual protagonista, o Vinicius da novela “Babilônia”, tem que todos esses outros personagens não tinham?

Thiago Fragoso: O Vinicius é um mocinho não idealizado, pois ele passa pelo politicamente incorreto para lutar pelo que ele acredita. Ele é um cara que briga por justiça, pela ética, logo no inicio da novela ele teve um embate contra a corrupção quando ele descobriu um esquema de corrupção dentro da prefeitura de Jatobá e ele foi contra isso. É apaixonado pela Regina (Camila Pitanga), adora aquele temperamento explosivo dela. Acho muito bacana no Vinicius quando ele defende alguma pessoa de graça, sem cobrar nenhum honorário por isso. Enfim, é um personagem muito legal e pouco óbvio e cheio de temperamento.

Jéfferson Balbino: É bacana que seu personagem, embora seja advogado, não se limita naquele clássico figurino de terno e gravata, né?

Thiago Fragoso: Gosto muito disso no Vinicius, pois ao mesmo tempo em que estou gravando no estúdio de terno e gravata já estou fazendo externa na praia (risos). Ele é um cara super informal e super cabeça aberta.

Jéfferson Balbino: E você fez algum tipo de laboratório para compor o Vinicius?

Thiago Fragoso: Não, pois não acho que seja um tipo de personagem que requer laboratório.

Jéfferson Balbino: E o Vinicius não é também o seu primeiro advogado em novelas, né?

Thiago Fragoso: Não... Já fiz uns 4 advogados na televisão. Então não houve a necessidade de fazer laboratório.

Jéfferson Balbino: Em que casos você adere ao laboratório para desenvolver algum personagem?

Thiago Fragoso: Eu faço laboratório quando o personagem tem que desenvolver alguma habilidade que você não possui ou então quando você trabalha com método de interpretação e que você acredite ser necessário vivenciar com profundidade o personagem por algum tempo para você descobrir o personagem. E eu não achei que precisasse ficar incorporado de Vinicius por muito tempo para fazê-lo.

Jéfferson Balbino: Como ocorre o processo de composição de seus personagens?

Thiago Fragoso: Eu trabalho com impressões, com observações, com instinto. Gosto de fazer um trabalho colaborativo com informações que as outras pessoas da equipe me trazem o que também é muito importante no trabalho de uma novela e se a gente esquece que novela é um trabalho colaborativo a gente está sendo no mínimo egoísta.

Jéfferson Balbino: O que o seu atual personagem tem de você?

Thiago Fragoso: Eu acho que o Vinicius é romântico e eu sou romântico. E não penso como ele nessa coisa de destino até porque se a gente for pensar em física, como eu gosto de física quântica, percebemos que de alguma maneira as coisas não estão escritas – em última análise, mas se a gente for pensar nisso nos dá certa angústia.

Jéfferson Balbino: E além da novela você está com algum outro projeto?

 

Thiago Fragoso: Novela das nove é uma loucura, né?! (risos). Estou praticamente internado no Projac e no soro sendo sugado lá (risos). Porém, eu estou tentando lidar com a música de uma forma mais forte e atualmente estou fazendo uma pesquisa de repertório com o que eu quero trabalhar, vendo as músicas que eu já tenho, as minhas composições... Então estou, aos pouquinhos, pensando nesse trabalho independente que tem a minha cara. É um projeto bem pessoal!



Escrito por No Mundo dos Famosos às 21h38
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Entrevista Especial com THIAGO FRAGOSO

 


Jéfferson Balbino: Não tem como entrevistar você e não falar de seu personagem anterior, o Niko de “Amor à Vida” que ao lado do Félix (Mateus Solano) protagonizou o primeiro beijo gay da teledramaturgia da TV Globo. Podemos dizer que esse personagem foi um divisor de águas na sua carreira?

Thiago Fragoso: Eu sempre torço para que todos meus personagens seja, eu torço para que a minha carreira seja um cachoeira e que bate água para todo quanto é lado e que tenha muitos divisores de água (risos). Mas o Niko não tem como a gente esperar que os outros personagens que eu vier a ter consiga a repercussão e a importância nacional sociocultural que o Niko teve não da pra eu me iludir enquanto a isso.

Jéfferson Balbino: Você acredita que a mentalidade da sociedade brasileira evoluiu a tal ponto de aceitar o beijo gay de “Amor à Vida”?

Thiago Fragoso: Eu não sei de é correto à gente se iludir ao ponto de achar que houve uma evolução na mentalidade da sociedade brasileira e que por isso o beijo gay foi exibido em “Amor à Vida”... Eu acho que em termos de teledramaturgia evoluiu, pois a teledramaturgia que se faz hoje em dia é muito mais avançada em relação a isso do que era antigamente, pois é muito mais aberta para essa temática. Eu acredito que o nosso telespectador de hoje tem muito mais tolerância com esse tema especificamente do que tinha no passado. Isso não significa que nós temos setores totalmente intolerantes e violentos até porque eles continuam existindo e fazendo barulho, mas eu acho que o casal Félix e Niko teve uma participação para o rompimento disso e eu fico muito feliz de ter feito parte dessa história.

Jéfferson Balbino: Você e o Mateus Solano protagonizaram esse momento histórico na teledramaturgia brasileira. Como você se sente diante de tal responsabilidade?

Thiago Fragoso: Pra mim foi uma honra! Eu fico muito feliz, porque eu acho que o ator faz parte do motor social que a gente tem. Ideologicamente o ator é muito mais feliz quando ele está exercitando suas funções sociais. O ator tem uma vibe social, uma função social e quando a gente tem a oportunidade de provocar um questionamento e promover uma reflexão e nesse caso até uma mudança, embora não seja a mudança da sociedade como um todo, mas de pelo menos uma pessoa, de dez pessoas ou mil pessoas, isso transforma a gente, pois vai propiciar no ator uma gratificação muito grande até porque o ator é uma realização muito grande, é a origem, é o cerne, é a catarse – a cura pela arte, a cura pela palavra e isso é muito bonito e muito maravilhoso.

Jéfferson Balbino: Quando eu entrevistei o Mateus Solano, antes de ocorrer à cena do beijo gay em “Amor à Vida”, ele me disse que não torceria para ocorrer à cena do beijo, porque a novela já tinha conseguido ir além do beijo gay. Você também compartilha dessa opinião?

Thiago Fragoso: Sim, claro... Compartilho totalmente. Eu e o Mateus somos super alinhados nas nossas crenças em relação o que representou tudo isso através do nosso trabalho em “Amor à Vida” e a cena do beijo gay foi à cereja do bolo, mas é aquela coisa, em termos de Imprensa se não tivesse ocorrido ia parecer que nosso esforço havia sido em vão, sendo que na verdade havia pessoas super conservadoras que acabaram se sensibilizando com aquela história.

Jéfferson Balbino: Você também deu um show de interpretação ao fazer o capitão Estevão na minissérie “A Casa das Sete Mulheres” e o Marcos no remake da novela “O Profeta”. O que esses trabalhos representam na sua carreira?

Thiago Fragoso: Jéfferson, esses trabalhos também foram divisores de águas na minha carreira. E é aquilo que te falei agora há pouco que a gente torce para que todo trabalho seja um divisor de águas, ou seja, a gente torce por nossa superação a cada trabalho que a gente faz.

Jéfferson Balbino: Então não dá pra você eleger um personagem como o melhor e/ou o mais especial em detrimento de todos os outros que você já fez ao longo de sua carreira?

Thiago Fragoso: Todos foram importantes porque contribuíram para o meu crescimento como ator, porém, o Niko vai sempre ser o mais especial (risos).

Jéfferson Balbino: Thiago, foi uma honra entrevistar você para o portal “No Mundo dos Famosos”. Parabéns pela brilhante trajetória pessoal que você vem trilhando e muito mais sucesso. Um grande abraço!

 

Thiago Fragoso: Valeu cara, muito obrigado, abraço!



Escrito por No Mundo dos Famosos às 21h27
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Entrevista Especial com RAONI CARNEIRO

 

Hoje eu entrevisto aqui “No Mundo dos Famosos” um talento ator. Ele estreou na televisão com uma pequena participação no seriado “Sandy e Júnior”, em seguida atuou na novela “Agora é que são Elas” e de lá pra cá vem trilhando uma sólida carreira. Atualmente vem se dedicando ao oficio de diretor e garante que é um diretor severo. A “Entrevista Especial” de hoje é com o ator e diretor RAONI CARNEIRO.

“Personagens de uma novela de época sempre vão exigir mais do ator.”

(Raoni Carneiro)

Jéfferson Balbino: O que te motivou a ser ator? Houve influência de alguém nessa escolha?

Raoni Carneiro: Não teve influência de ninguém não (risos). O que me motivou a se tornar um ator foi a minha paixão pelo teatro.

Jéfferson Balbino: O fato de você ter nascido e morado fora do eixo Rio-São Paulo foi um obstáculo?

Raoni Carneiro: Eu sou do interior de São Paulo e a partir do momento que me senti motivado pra seguir essa profissão eu fui embora de lá e corri para concretizar esse sonho.

Jéfferson Balbino: Você atuou em algumas novelas do SBT que eram adaptações de novelas mexicanas. Existe alguma dificuldade para o ator brasileiro compor uma personagem de essência mexicana?

Raoni Carneiro: Não é difícil, pois a adaptação que o SBT faz é baseada na realidade de vida do brasileiro.

Jéfferson Balbino: Tanto você como a sua esposa, a atriz Fernanda Rodrigues, estiveram no elenco da novela “Negócio da China”... Foi nesse trabalho que vocês começaram, na vida real, o romance de vocês?

Raoni Carneiro: Sim... Essa novela que nos uniu (risos).

Jéfferson Balbino: O fato de você ser casado com uma atriz facilita para não haver ciúmes numa cena mais ousada?

Raoni Carneiro: Facilita, porém, o ciúme embora seja em menor proporção ainda existe (risos).

Jéfferson Balbino: Então se você assiste uma cena muito sensual da Fernandinha você como marido se sente incomodado?

Raoni Carneiro: Sim (risos)... E é natural eu sentir ciúmes e ficar incomodado até porque sou homem, mas entendendo que é o trabalho dela e respeito e confio muito nela.

Jéfferson Balbino: Você deu um show de interpretação como o Osório no remake de “Gabriela”. Como foi atuar nessa novela?

Raoni Carneiro: Foi incrível, foi ótimo, foi demais (risos)...

Jéfferson Balbino: O seu personagem já existia na versão original?

Raoni Carneiro: Não... Foi um personagem que o Walcyr [Carrasco] criou.

Jéfferson Balbino: E pelo fato de ser um personagem de época exigiu mais de você?

Raoni Carneiro: Personagens de uma novela de época sempre vão exigir mais do ator. Principalmente mais estudo.

Jéfferson Balbino: Então para dar vida ao Osório você fez muito laboratório?

Raoni Carneiro: Fiz sim, mas não precisei ir buscar por fora, pois a própria Globo viu a necessidade e desenvolveu diversos workshops e também deixou a disposição do elenco muitos profissionais que amparasse as nossas dúvidas.

Jéfferson Balbino: E você é um ator que assiste novelas?

Raoni Carneiro: Hoje em dia não muito até porque eu passei por um processo de migração de ator para diretor, mas antes assistia muito.

Jéfferson Balbino: Você está dirigindo só para o Teatro?

Raoni Carneiro: Não... Dirigindo pra tudo (risos)!

Jéfferson Balbino: Ser um diretor-ator é mais fácil?

Raoni Carneiro: Sim até porque as duas funções se complementam e isso só ajuda.

Jéfferson Balbino: E você como diretor é muito severo?

Raoni Carneiro: Sou (risos).

Jéfferson Balbino: Querido, obrigado por conceder essa entrevista ao “No Mundo dos Famosos”. Parabéns pela carreira, abraços e muito mais sucesso!

 

Raoni Carneiro: Obrigado Jéfferson... Abraço!



Escrito por No Mundo dos Famosos às 15h55
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Tapete Vermelho: ELIAS GLEIZER por Jaciano Souza

 

Nesta semana dedicarei o “Tapete Vermelho” a um grande ator, que infelizmente nos deixou no último sábado (16/05). Nosso astro de sorriso cativante é batizado como Llicz Glejzer, conhecido artisticamente como: Elias Gleizer.

Gleizer é filho de judeus poloneses que fugiram da Europa devido às perseguições. Sua estreia na TV foi no final da década de 50, na extinta “TV Tupi”, após diversos trabalhos, passou pelo “SBT” e depois ingressou na “Globo”, onde participou de diversos trabalhos. Uma curiosidade de sua carreira é que por possuir um jeito simples e olhar doce, interpretou diversos Padres, Freis e Bispo em tramas marcantes como: “Rosa dos Ventos” (1973), “Xeque-Mate” (1976), “Salomé” (1991), “Terra Nostra” (1999), “Um Só Coração” (2004), “Bang Bang” (2005), “Sinhá Moça” (2006) e mais recentemente em seu ultimo trabalho, “Boogie Oogie”(2014). Porém esse tipo de trabalho jamais prejudicou a imagem de Gleizer, muito pelo contrario, todos sempre o admirou. Em 1998 diversas crianças e adolescentes o viam como avô, o Pepe de “Era Uma Vez” (1998) ficará para sempre na mente e coração de quem acompanhou a trama...

Elias Gleizer foi morar ao lado de Deus, porém, seus trabalhos continuarão sempre vivos aos que sempre lhe admiraram. Hoje encerro sem estender um “Tapete Vermelho”, mas desejando muito brilho, para que a estrela de nosso grande ator jamais deixe de brilhar.

 

Descanse em paz!



Escrito por No Mundo dos Famosos às 16h44
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TV Tudo: Mil e Uma Noites por Jean Marcos Rivelles

ASSIM MORRE OUTRA VEZ MEU CORAÇÃO...

 

Vamos variar um pouco o conteúdo da semana e deixar as principais novelas atuais de lado. É hora de falar do que a Band apresenta atualmente. Desde 9 de março, é exibida a novela Mil e Uma Noites, com boa aceitação e certo sucesso de audiência e faturamento. A produção da Turquia foi originalmente exibida entre 2006 e 2009, como um seriado semanal. Três temporadas e noventa episódios. Tinha como desafio ser expandida em lugares além do Leste Europeu, sem restrição apenas aos países de cultura árabe. Conseguiu muito mais que isso. Chegou com força até a América do Sul, atingindo primeiro a Colômbia, depois Peru, Chile.... até chegar ao Brasil, junto com a Argentina. Com nome original "Binbir Gece", "Mil e Uma Noites" conta a sofrida história de Sherazade, uma arquiteta que trabalha numa construtora comandada pelo empresário Onur, e precisa salvar a vida do seu filho de cinco anos, Kaan, que sofre de leucemia, e precisa urgentemente de dinheiro para um transplante de medula. Sherazade, então, recorre ajuda aos familiares, que recusam tudo. Onur, prontamente, aceita a pagar os 900 mil euros que ela precisa, sob uma condição: passar uma noite com ela. Onur paga a quantia, mas se apaixona perdidamente por Sherazade, o que desencadeia uma série de inconvenientes familiares. Para piorar, seu melhor amigo e sócio majoritário da empresa, Kerem, também se apaixona pela mocinha, e coloca em risco uma duradoura amizade. A novela empolga com a forte dramaticidade que sua história apresenta. Algo que é pouco vistoso nas novelas brasileiras. Quem mais chegou perto ou alcançou forte carga emocional foi Amor à Vida, exibida pela Globo no ano retrasado, com a história da bebê abandonada num lixão. Ao mesmo tempo que curtimos e adoramos uma boa novela, sendo ela emocionante e engraçada, ter uma história boa em mãos é a base do sucesso. Os turcos aprenderam direitinho com isso. E a Band, esperta, colhe bons frutos, com uma audiência de até 4 pontos, alta para os padrões da emissora paulista.

 

Mil e Uma Noites deve terminar no mês que vem, e na seqüência, estão previstas mais duas produções turcas. Que façam bom proveito.



Escrito por No Mundo dos Famosos às 12h59
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