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ARQUIVO - NO MUNDO DOS FAMOSOS
 


Entrevista Especial com ANA LÚCIA TORRE

 

Hoje eu entrevisto aqui “No Mundo dos Famosos” uma das maiores referências da dramaturgia brasileira. Ela já viveu grandes personagens tanto no teatro quanto na TV. Sempre foi muito elogiada pela crítica especializada devido seu gigantesco talento e, obviamente, sempre foi aclamada pelo público que já riu e odiou muito ela através de suas marcantes personagens. Atualmente vem brilhando como a bondosa mãe e avó Hilda na novela das onze, “Verdades Secretas”. A “Entrevista Especial” de hoje é com a querida, brilhante e competente atriz ANA LÚCIA TORRE.

“Eu acho que a nossa sociedade é muito hipócrita porque acredita que as personagens da Fernanda e da Nathália não podem ser gays só porque já passaram dos 80 anos de idade, mas é essa mesma sociedade que adorava o Bruno Gagliasso quando ele fez um serial killer e até torciam pelo papel dele. Portanto é uma sociedade hipócrita!”

(Ana Lúcia Torre)

Jéfferson Balbino: Ana, como você define a Hilda sua personagem na novela “Verdades Secretas”?

Ana Lúcia Torre: Ela é uma mulher de classe média, professora aposentada, vive de aposentadoria o que e uma coisa muito complicada na vida. De repente a filha e a neta que até então moravam no interior vem morar com ela em São Paulo e ela fica numa enorme alegria, mas começa ocorrer alguns problemas decorrentes dessa visita na família e ela se vê obrigada a tomar as rédeas.

Jéfferson Balbino: Pelo menos ela não é vilã, né (risos)?

Ana Lúcia Torre: Não (risos).

Jéfferson Balbino: O que você pode nos adiantar sobre o rumo que sua personagem tomara na história?

Ana Lúcia Torre: Diz o autor que terá uma surpresa mais pro final...

Jéfferson Balbino: E o que será essa surpresa?

Ana Lúcia Torre: Nem eu sei (risos)...

Jéfferson Balbino: Por falar no autor, vocês fizeram juntos várias novelas, como: “O Cravo e a Rosa” e “Alma Gêmea”. O que você ressalta dessa parceria sua com o Walcyr Carrasco?

Ana Lúcia Torre: Já foram 3 novelas... O Walcyr é uma tranqüilidade pra mim como atriz, pois ele tem um texto muito seguro, a pesquisa que ele faz pra escrever é uma pesquisa muito profunda. É como nós costumamos a dizer: “o texto do Walcyr tem ‘embocadura’”, ou seja, você lê e já fica fácil de falar. E, é bom falar que ele nunca atrasou nenhuma entrega de capítulo.

Jéfferson Balbino: Por falar em texto, o Walcyr não gosta que o ator improvise e/ou modifique o seu texto. Você chegou a ter algum problema com ele ao colocar um ‘caco’ no texto?

Ana Lúcia Torre: Não, porque no geral eu não coloco ‘caco’ em nada, nem no teatro. Durante os ensaios a gente vai trabalhando muito e quando chega o ‘gravando’ eu sigo a risca o texto.

Jéfferson Balbino: E se ocorrer uma necessidade de acrescentar alguma coisa no texto de sua personagem?

Ana Lúcia Torre: Daí ligo pra ele e peço a autorização e só faço se ele acatar a sugestão.

Jéfferson Balbino: Como foi o processo de composição da Débora de “Alma Gêmea”? Houve alguma inspiração pra você criar aquela inesquecível vilã?

Ana Lúcia Torre: Houve. Teve inspiração na Beth Dawis, pois o Walcyr me indicou o livro “A Malvada” e eu me lembrei que já havia assistido o filme com a Beth e o cabeleireiro se inspirou no cabelo que ela usava.

Jéfferson Balbino: E você é uma atriz que compõe suas personagens de dentro pra fora ou de fora pra dentro?

Ana Lúcia Torre: Sempre de dentro pra fora, pois não sei fazer o oposto.

Jéfferson Balbino: Em “Insensato Coração” você deu um show de interpretação ao dar vida à impagável Tia Nenê que era uma personagem ambígua, afinal transitava entre o bem e o mal. Você é uma atriz que prefere fazer personagens cômicas como foi a Tia Nenê ou densas como foi a Débora de “Alma Gêmea”?

Ana Lúcia Torre: Eu adoro fazer comédia, mas também adoro fazer vilã. As duas coisas sempre.

Jéfferson Balbino: E o texto do Gilberto [Braga] lhe dava todo o respaldo necessário para você criar a Tia Nenê ou você procurou referencias externos e levou para o seu processo de criação?

Ana Lúcia Torre: O texto dele era fantástico, mas com o desenrolar da novela a gente foi trabalhando com o argumento de que tudo que ela fazia era devido ao fato dela ser uma mulher só, solitária... Então procurei trabalhar esse lado que imaginei com o diretor.

Jéfferson Balbino: A senhora também atuou em algumas novelas fora da Globo como “As Púpilas do Senhor Reitor”... Como foi atuar fora da emissora?

Ana Lúcia Torre: Fiz pouca coisa fora da Globo... “As Púpilas do Senhor Reitor” foi um trabalho muito gostoso de fazer, pois eu adorava aquele trio de beatas e que era maravilhoso. As beatas eram eu, a Claudia Mello e a Mirian Mehler e agente se divertiu na novela inteira.

Jéfferson Balbino: E existe algum ator ou atriz que você sonha em trabalhar?

Ana Lúcia Torre: Vários...

Jéfferson Balbino: Quais?

Ana Lúcia Torre: Aí meu Deus... Vou citar autores então, pode?

Jéfferson Balbino: Claro...

Ana Lúcia Torre: Tem vários, por exemplo, eu sempre gostei muito dos textos do Benedito [Ruy Barbosa, pois sempre achei lindo e nunca tive oportunidadede trabalhar com ele, mas queria muito. O Gilberto Braga também é incrível e tenho vontade de trabalhar novamente. Adoro sempre trabalhar co o Walcyr Carrasco. Agora mesmo eu estou vendo a novela “Sete Vidas” da Lícia Manzo e estou encantada com a delicadeza com o texto dela. Também acho uma gostosura o texto da Beth Jhin que já trabalhei e adoro trabalhar. O João Emanuel Carneiro, pois é genial e inovador. Enfim, cada autor tem um pouco de doçura, agressividade e ternura no seu texto. A gente esta sempre bem servido.

Jéfferson Balbino: Você  não é uma atriz que só trabalha com um determinado ator, mas uma atriz que ‘joga’ com todos – e muito bem por sinal. E levando em consideração que cada novelista tem seu estilo dramatúrgico trabalhar com diferentes autores contribui ou não para o ator desempenhar um bom trabalho?

Ana Lúcia Torre: Eu acho que contribui, pois eu sou uma atriz que a minha formação é solidificada no teatro, afinal eu fiz mais peças de teatro do que novelas. E de todas as inúmeras peças que eu já fiz eu só devo uma vez ter repetido o dramaturgo. Então eu acho que contribui pro desenvolvimento do trabalho da gente.

Jéfferson Balbino: O que você acredita ser sua maior contribuição para a história da dramaturgia brasileira?

Ana Lúcia Torre: Eu não acho que eu tenha contribuído não (risos)... Eu acho que eu faço parte de um grupo que é operário da arte e que faz sempre em prol do oficio. Eu acho que simplesmente eu faço parte de um grupo que de alguma forma contribui para a cultura desse país.

Jéfferson Balbino: Você é uma atriz que assiste novelas também?

Ana Lúcia Torre: Assisto, gosto, choro, brigo, fico contra (risos)...

Jéfferson Balbino: E quais foram às melhores que assistiu?

Ana Lúcia Torre: Nossa... Foram tantas coisas maravilhosas que vi como “Avenida Brasil”, “O Rei do Gado”, “ Que Rei Sou Eu” que achei sensacional e também uma que eu fiz: “O Cravo e a Rosa”...

Jéfferson Balbino: Atualmente “Babilônia”, a novela das nove da Globo vem sofrendo uma enorme rejeição do público, em parte, ocasionada pela repercussão negativa do beijo gay entre as personagens da Fernanda Montenegro e da Nathália Timberg. Como você (atriz e colega de profissão) vê toda essa polêmica?

Ana Lúcia Torre: Eu acho que toda essa polêmica é uma tremenda bobagem. Eu acho que a nossa sociedade é muito hipócrita porque acredita que as personagens da Fernanda e da Nathália não podem ser gays só porque já passaram dos 80 anos de idade, mas é essa mesma sociedade que adorava o Bruno Gagliasso quando ele fez um serial killer e até torciam pelo papel dele. Portanto é uma sociedade hipócrita!

Jéfferson Balbino: Você tem vontade de fazer na sua carreira uma cena de beijo gay?

Ana Lúcia Torre: Tenho vontade sim! E faria uma cena de beijo gay com o maior prazer!

Jéfferson Balbino: Querida, adorei entrevistar você aqui para o portal “No Mundo dos Famosos”, parabéns pela brilhante carreira. Um grande beijo e muito mais sucesso!

 

Ana Lúcia Torre: Obrigada você Jéfferson Balbino!



Escrito por No Mundo dos Famosos às 11h49
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TV TUDO por Jean Marcos Rivelles

CQC: O ÚLTIMO QUE SAIR APAGA A LUZ!

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Pois é, mais uma edição do TV Tudo que resolvi falar sobre a Band, emissora que nos últimos anos se destacou com programas de grandes repercussões, cenários ultramodernos e time de primeira linha, mas que hoje em dia não está em uma confortável situação financeira. Nada que abale o padrão de qualidade do quarto maior canal do país. Mas que por sua vez abalou bastante a um dos melhores programas de TV dos últimos tempos, que em 2015 enfrenta seu maior limbo. Pior momento não há, e infelizmente temos que relatar.

Esse é o CQC (Custe o que Custar), no ar desde 2008 (raridade um programa da Band durar tantos anos), mas que está perigando chegar ao fim (tomara que não!). No seu primeiro ano, foi visto como a melhor novidade da TV desde então. Sete homens engravatados fazendo a festa, na bancada ou nas ruas, empolgando o Brasil todas as noites de segunda-feira. Marcelo Tas, Rafinha Bastos e Marco Luque na bancada, para delírio dos jovens. Desses, apenas Luque (beijo me liga) ficou intacto. Nas reportagens, um time que à época ficou gigante e sempre aparecia nos noticiários. O "repórter inexperiente" Danilo Gentili virou celebridade, juntamente com Rafael Cortez, Felipe Andreoli e o "pequeno pônei" Oscar Filho. 

O quadro "Proteste Já" (ainda no ar, assim como o Top Five), quadro sério que mostra as irregularidades de poder público em diversos pontos do país, é um tapa na cara da sociedade, comandado antes por Rafinha e depois por Oscar. TODOS já saíram. A salvo Rafael, que após passagem apagadíssima na Record, retornou este ano ao programa, agora na bancada.

Bancada essa que perdeu seu maior nome, e de todo o CQC em si. Marcelo Tas deixou a Band rumo a GNT, de onde, ironicamente, veio Dan Stulbach. O ex-ator global (agora também apresentador na ESPN Brasil) é o novo âncora. Outros destinos dos ex-CQCs eu relato abaixo:

Rafinha Bastos saiu em 2011, depois de uma piada de mau gosto em referência à cantora Wanessa. Passou na RedeTV e voltou para a Band para substituir Gentili no talk show Agora é Tarde (extinto esse ano pela crise financeira da Band). Está desempregado.

Danilo Gentili, como já citado, tinha ganho esse talk show e fez sucesso até onde pôde. Rumou para o SBT, onde apresenta o The Noite.

Oscar Filho assumiu a banca após a saída de Rafinha Bastos e, posteriormente, Dani Calabresa. Deixou o programa junto com Tas.

Falando em Dani Calabresa, a ex-MTV foi contratada em 2013 na época em que seu marido, Marcelo Adnet, foi para a Globo. E é onde ela está agora, integrando o novo Zorra (que será tema do próximo TV Tudo).

Felipe Andreoli foi outro a deixar o CQC ano passado, também rumo a Globo, mas para integrar o Encontro com Fátima Bernardes. Também faz o Extra Ordinários, do SporTV.

Mônica Iozzi, a oitava integrante a entrar no programa, em 2009, foi mais uma a ir para a Globo 4 anos depois. Primeiro dava pitacos ao BBB, depois fez a novela Alto Astral e hoje é apresentadora do Vídeo Show, ao lado de Otaviano Costa.

Outros ex-integrantes são Ronald Rios, Guga Noblat e Naty Graciano. Os atuais repórteres... não consigo lembrar o nome de todos, juro, só o de Maurício Meirelles e Lucas Salles. Porque de uns tempos para cá, ficou difícil de assistir um programa, que assim como o Pânico, está ficando ultrapassado e sem graça.

Mas ao mesmo tempo ainda útil quando o assunto é política, e nisso o programa ainda é craque. Ao longo dos anos, as eleições municipais e presidenciais sempre tiveram grande destaque, juntamente com os destaques de opiniões públicas para com o que os políticos fazem em Brasília, no Congresso onde sempre tem uma reportagem ali, outra aqui.

Junto com essas reportagens políticas, os quadros Proteste Já e Top Five, além do ressuscitado CQTeste, são os únicos atrativos atualmente. O resto, é bobagem.

Fato é que a inevitável renovação de nomes declinou um pouco a imagem consagrada que o CQC tinha de anos atrás. Hoje está longe de ser o melhor humorístico, categoria na qual ganhava todos os prêmios já no primeiro ano de existência. Até quadrinho de Turma da Mônica eles já foram.

É preciso ter muito mais cuidado nas mudanças que são feitas ano a ano. Se tudo se perder no caminho, o programa acaba sem dó. O que não queremos que aconteça. Abre o olho, Band!

 

 



Escrito por No Mundo dos Famosos às 17h25
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Comparação: As duas versões de "Sinhá Moça"

A partir de hoje eu, Rômulo Diniz, estarei aqui com vocês "No Mundo dos Famosos" com a coluna: COMPARAÇÃO...

 As duas versões de "Sinhá Moça"

Amor e Liberdade, dois pontos e sentimentos que desencadearam a famosa trama de “Sinhá Moça”, adaptação do romance de Maria Dezonne Pacheco Fernandes, uma verdadeira aula de história nas duas versões exibidas pela Rede Globo.


A primeira versão foi exibida em 1986, escrita pelo autor Benedito Ruy Barbosa (autor de ‘O Rei do Gado’), para o horário das seis. E, em 2006, ganhou um remake pelas mãos das filhas do autor, Edilene e Edmara Barbosa. A história gira em torno de Maria das Graças (conhecida pelo nome de Sinhá Moça), uma defensora do abolicionismo que contraria seu próprio pai, o temido Barão de Araruna, dono da maior fazenda da região e totalmente contra a libertação dos escravos.

Além do romance proibido de Sinhá Moça com Rodolfo, um abolicionista, podemos observar na história a submissão da mulher do barão, Cândida e a jovem Ana do Véu. E ainda a vingança do jornalista Dimas contra o seu algoz e pai.

“Sinha Moça” é um verdadeiro arsenal de tramas incríveis que resultou em uma bela trama, com romance e aventura e uma bela lição sobre a libertação dos escravos.
Apesar de diferentes direções e leves alterações da história original e a do remake, “Sinhá Moça” mostrou o talento de um elenco grandioso em ambas versões, como: Débora Falabella e Lucélia Santos no papel da personagem-título, Marcos Paulo e Dalton Melo como Rodolfo, além do pérfido Barão de Araruna que foram defendidos magistralmente pelos brilhantes atores Rubens de Falco e Osmar Prado.
Além de Patrícia Pillar que esteve no elenco das duas versões, porém, em 1986 ela deu vida à Ana do Véu e em 2006 viveu a co-protagonista Cândida. Outro destaque no elenco das fuás versões da trama é o grande ator Milton Gonçalves que eternizou o seu Pai José nas duas adaptações da novela.

“Sinha Moça” marcou por inúmeros fatores, pois além de contar com um primoroso nos proporcionou uma das melhores produções de época ao longo dos 50 anos da TV Globo, sobretudo, porque retratava com fidelidade o contexto histórico citando diversos acontecimentos verídicos da época retratada.

Espero que tenham gostado da análise... E até semana que vem!

Por Rômulo Diniz

E-mail: romulo.diniz@nomundodosfamosos.com.br

 





Escrito por No Mundo dos Famosos às 11h39
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Tapete Vermelho por Andrew Monquelat

 

Olá Pessoal, tudo bem?

Eu sou o Andrew Monquelat e a partir de hoje irei comandar a coluna “Tapete Vermelho” do portal “No Mundo dos Famosos”.

Hoje homenagearei o grande Tony Ramos que logo estará na nova novela das 21horas “A Regra do Jogo”. Nascido em Arapongas no interior do Paraná iniciou a carreira ainda jovem aos 16 anos como cantor da dupla musical Tony e Tom & Jerry que se apresentou no programa Jovem Guarda. Sua estreia na TV foi em 1964 fazendo esquetes do programa “Novos em Foco”, da TV Tupi. O programa promovia testes visando o surgimento de novos atores e, após ser contratado pela emissora, participou do “TV de Vanguarda”, “TV de Comédia” e do “Grande Teatro Tupi”. Sua estreia na teledramaturgia foi na novela “A Outra” em 1965 na extinta TV Tupi onde também fez outros sucessos como “Antônio Maria”, “Ídolo de Pano”, “A Viagem” entre outros, chegou a Globo de onde nunca mais saiu em 1977 para fazer “Espelho Mágico, porém, a sua consolidação como ator veio somente na novela seguinte: “O Astro” ao interpretar o jovem Márcio Hayala, um jovem que renegava a fortuna da família. Em 1979, protagonizou “Pai Herói” e repetiu a parceria com a atriz Elizabeth Savalla (sua parceira em ‘O Astro’). Em “Baila Comigo”, em 1981, o ator deu vida aos irmãos gêmeos João Victor e Quinzinho, filhos da primeira Helena criada por Maneco, sendo ela interpretada pela saudosa atriz Lilian Lemmertz. No remake de “Selva de Pedra”, em 1986, teve o desafio de fazer o papel do mocinho Cristiano Vilhena, papel que foi defendido por Francisco Cuoco na primeira versa da novela de Janete Clair. Na Globo, fez outros grandes personagens como o Coronel Boanerges no remake de “Cabocla” (2004) e, mais recentemente, viveu o Carlos Braga no remake de “O Rebu” (2014). E que venha Zé Gavião de “A Regra do Jogo” para ele brilhar ainda mais na história da teledramaturgia brasileira. Até a Próxima!

P.S. O Tony Ramos já havia sido homenageado anteriormente nessa mesma coluna, porém, esse grande ator merece todas as honrarias do mundo.

Por Andrew Monquelat

E-mail: andrew.monquelat@nomundodosfamosos.com.br



Escrito por No Mundo dos Famosos às 11h17
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