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ARQUIVO - NO MUNDO DOS FAMOSOS
 


Entrevista Especial com LUCY RAMOS

 

Hoje eu tenho o privilégio de entrevistar aqui “No Mundo dos Famosos” uma das atrizes mais lindas, simpáticas e talentosas que já conheci na vida. Ela nasceu em Recife, mas veio ainda criança para São Paulo, aos 16 anos se tornou modelo, fez curso profissionalizante de Artes Cênicas e ingressou na carreira de atriz. Sua estreia, de fato, em novelas ocorreu no remake de “Sinhá Moça” e de lá pra cá deu vida a várias personagens marcantes. Atualmente vive a psicóloga Patrícia na atual novela das sete, “I Love Paraisópolis”. A “Entrevista Especial” de hoje é com a querida e brilhante atriz LUCY RAMOS.

“Foi muito gratificante conhecer a Marina Silva porque ela é um ícone de mulher, muito batalhadora... Eu li a história de vida dela e acho que todas as pessoas deveriam conhecer porque é uma história de muita luta pela vida...”

(Lucy Ramos)

Jéfferson Balbino: Lucy, como surgiu seu interesse pela carreira de atriz? Houve influência direta de alguém nessa escolha?

Lucy Ramos: Ah Jéfferson, eu acho que uma coisa foi ligando à outra, pois eu comecei como modelo e na agência de modelo eu já fui direcionada para o lado comercial e como eu já havia feito curso para ser atriz as coisas começaram a acontecer.

Jéfferson Balbino: Foi noticiado na Imprensa que você estaria escalada simultaneamente para o elenco de “Babilônia” e de “I Love Paraisópolis” e que você optou por fazer parte do elenco da novela das sete. Foi assim mesmo? Porque você não quis fazer a novela do Gilberto Braga?

Lucy Ramos: Não foi eu que decidi nada não, de forma alguma... De fato, eu iria fazer “Babilônia” aí apareceu a Patrícia para eu fazer que era uma psicóloga etudo mais, daí a Globo achou melhor eu fazer a Patrícia.

Jéfferson Balbino: Então essa troca não foi uma escolha pessoal sua?

Lucy Ramos: Não... Até porque eu ainda não cheguei nesse nível (risos).

Jéfferson Balbino: E qual personagem você faria em “Babilônia”? Você chegou a saber qual seria?

Lucy Ramos: Eu sei, mas eu não vou falar (risos).


Jéfferson Balbino: Falando na Patrícia de “I Love Paraisópolis” você teve que ler muito Freud e outros estudiosos da psicologia para compor essa personagem?

Lucy Ramos: Não, porque eu procurei não me apegar à Patrícia psicóloga, mas na essência dela como ser humano. Como eu fazer terapia eu sei como funciona um trabalho de uma psicóloga, agora se fosse uma jogadora de tênia daí sim eu teria que fazer laboratório e ir atrás disso porque eu não iria saber jogar tênis com todos os trejeitos de uma tenista, seria impossível... Agora fazendo uma psicóloga eu procurei pegar outro caminho me aprofundando na essência dela.

Jéfferson Balbino: Geralmente, como você trabalha o perfil psicológico de suas personagens?

Lucy Ramos: Eu me guio muito no texto até porque o texto diz muito a relação da personagem com as outras personagens da trama. Eu vejo muito filme e muita série para me inspirar. E eu procuro pensar na personagem o tempo todo...

Jéfferson Balbino: E como é o seu apego com suas personagens? Você fica triste quando termina um trabalho e você tem que deixar a personagem que te acompanhou ao longo de alguns meses?

Lucy Ramos: Normalmente eu deixo ela guardadinha no meu coração até porque eu acredito que todo personagem tem começo, meio e fim, é um ciclo, justamente, para dar inicio a outro. Agora tenho personagem que depois de um tempo que acaba retorna na minha vida com muita saudade como a Maria Cesária que eu fiz em “Cordel Encantado” eu me arrepiava quando eu lia aquele roteiro que era um verdadeiro conto de fadas. Mas isso só me acontece depois de algum tempo, talvez porque durante o tempo que você faz a personagem você fica cansada em ficar o tempo todo com aquele personagem em sua mente.

Jéfferson Balbino: E tem algum projeto para Cinema?

Lucy Ramos: Eu rodei há pouco tempo um filme que se chama “Fica mais Escuro antes do Amanhecer” onde eu fiquei um mês no interior de São Paulo e por isso não apenas atuei como fiquei na produção também, a direção é do meu marido, o Thiago Luciano, ele escreveu, dirige e a produção também é dele. Então por ter sido um filme de baixo orçamento a gente trabalhou muito, foi ‘pauleira’ mesmo (risos).

Jéfferson Balbino: E você e o Thiago Luciano contracenam juntos no filme?

Lucy Ramos: Sim e pela primeira vez (risos).

Jéfferson Balbino: Tem previsão de estreia desse longa?

Lucy Ramos: Provavelmente no primeiro semestre do ano que vem.

Jéfferson Balbino: Por falar em Cinema... Como anda o projeto do filme onde você irá viver a grande Marina Silva?

Lucy Ramos: Então deram uma segurada no projeto. Infelizmente eu nem cheguei a gravar. A Sandra [Werneck] que é a diretora e também a produtora do filme não conseguiu o capital suficiente.

Jéfferson Balbino: Mas você irá interpretar a Marina durante o filme todo ou somente uma fase da vida da ex-senadora?

Lucy Ramos: Vou viver ela durante o filme todo. Na verdade a partir dos 16 anos antes vai ser uma menina de 10 anos. Aí depois entraria eu que viveria ela dos 16 aos trinta e poucos anos.

Jéfferson Balbino: E você chegou a se encontrar com a Marina Silva para falar sobre o projeto?

Lucy Ramos: Não, porque eu nem cheguei a fazer laboratório. Eu só encontrei com ela num evento lá no Acre onde ela seria homenageada e eu fui mestre de cerimônia essa foi à única vez.

Jéfferson Balbino: E como foi conhecer ela?

Lucy Ramos: Foi muito gratificante conhecer a Marina Silva porque ela é um ícone de mulher, muito batalhadora... Eu li a história de vida dela e acho que todas as pessoas deveriam conhecer porque é uma história de muita luta pela vida, afinal muitos médicos disseram pra ela que ela iria morrer, mas ela não abaixo a cabeça e lutou pela vida e hoje está aí sendo uma grande mulher.

Jéfferson Balbino: Quais são suas maiores referências na dramaturgia brasileira? Quem são seus maiores ídolos?

Lucy Ramos: Eu gosto muito do Tony Ramos é impressionante a dedicação que ele tem pra construir cada um de seus personagens, gosto também do Osmar Prado que eu já tive o enorme prazer em trabalhar e quando a gente trabalhava juntos uns 3 dias antes de gravar tal cena ele me chamava no canto pra gente ensaiar a cena... Esse frescor que eles trazem a cada novo personagem me encanta muito, afinal eles estão muitos anos na carreira e não perderam o amor e o prazer pelo trabalho.

Jéfferson Balbino: Você já viveu várias personagens em novelas de época, como a -Adelaíde no remake de “Sinhá Moça”, a Luciana em “Ciranda de Pedra” e a Maria Cesária em “Cordel Encantado”. Viver uma personagem de época exige mais do ator do que uma personagem contemporânea?

Lucy Ramos: Não sei, pois fiz muitas novelas de época, comecei a fazer novelas com uma novela de época então não senti a dificuldade que alguns atores sentem. Claro que a gente deve ter um cuidado maior, principalmente, com os trejeitos.

Jéfferson Balbino: Ao longo de sua carreira você já trabalhou com diversos autores, como Benedito Ruy Barbosa, Alcides Nogueira, Carlos Lombardi, Glória Perez, Duca Rachid... Você sente a diferença no estilo dramatúrgico de cada novelista com que você trabalhou?

Lucy Ramos: Sim! A escrita de cada um deles é diferente e a forma de leitura do texto também.

Jéfferson Balbino: E como é ter a sua disposição um marido que além de ator é também diretor?

Lucy Ramos: É ótimo, pois ele me ajuda muito, a gente passa muito o texto juntos. Toda vez antes de ir gravar eu passo meu texto com ele e isso me ajuda muito, pois ele traz alguns elementos que eu não havia pensado e que me ajuda muito na cena. E como ele me conhece muito ele sabe tudo aquilo que é meu e procura tirar o melhor de mim.

Jéfferson Balbino: E você é uma atriz que assiste novela?

Lucy Ramos: Sim...

Jéfferson Balbino: E quais as novelas que mais gostou de assistir?

Lucy Ramos: As minhas, as que fiz. Gostei muito também de “Ti Ti Ti”, “Cheias de Charme” e “Avenida Brasil”.

Jéfferson Balbino: Querida, foi um prazer ter você aqui “No Mundo dos Famosos”. Beijos e muito mais sucesso!

Lucy Ramos: O prazer foi meu, Jéfferson!

 

 



Escrito por No Mundo dos Famosos às 16h15
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TV Tudo por Jean Marcos Rivelles

PODE ACABAR, BABILÔNIA!

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Essa será a primeira (e última) vez que falo sobre "Babilônia". A novela de maior fiasco televisivo dos últimos tempos, que infelizmente tomou esse caminho que nem o mais pessimista noveleiro esperaria antes de seu primeiro capítulo.

Sabemos o quanto Gilberto Braga é um super autor, genial e perspicaz, capaz de debater os temas mais envolventes e polêmicos em muitas de suas novelas que foram verdadeiras obras-primas da televisão. Só lembrar de "Vale Tudo", "Celebridade", "Paraíso Tropical", "O Dono do Mundo".. todas que, de uma forma ou outra, mobilizaram o Brasil, sobretudo em seus capítulos.

E isso, infelizmente, não vai acontecer em "Babilônia", apesar dos esforços. Pois Gilberto, conjuntado com seu parceiro Ricardo Linhares, além de seu filho, João Ximenes, errou na mão na atual novela. Para quem falou que seguraria facilmente o Ibope da antecessora "Império", passou longe. A sua média nacional está em torno de 28 pontos, coisa que, na década passada, não era boa nem mesmo para o horário das seis (hoje em dia, para esse mesmo horário seria um espetáculo).

Agora falemos do elenco dessa novela. Forte, cheio de nomes consagrados, isso é fato. O trio de protagonistas femininos agradou. Camila Pitanga (Regina, a heroína), Adriana Esteves (Inês, a amarga) e Glória Pires (a malvada Beatriz), de personalidades distintas, mas com algo muito em comum: a ambição. Ambição essa que se perdeu ao longo da trama. Principalmente pelo lado de Regina, que perdeu completamente a identidade. Para desgosto de Camila Pitanga, que quase abandonou Babilônia.

Chegando agora aos motivos do fracasso, alguns temas afugentaram o telespectador. E logo no primeiro capítulo tivemos o beijo de duas mulheres. Do naipe de Fernanda Montenegro e Natália Timberg, isso repercutiu enormemente no dia (tanto que a audiência foi de 33 pontos, número não mais visto desde então). E a reação foi negativa. Agora questiono: o beijo gay entre Félix e Nico de "Amor à Vida" fez o maior sucesso no capítulo final daquela novela, e por que esse das octogenárias não? Independente da resposta, acabou que ambas as gigantes atrizes perderam espaço na novela. Só não foi pior por muita sorte.

Explica-se: Teresa e Estela são "as mães" do jovem Rafael, interpretado pelo cantor Chay Suede, o novo queridinho da vez (essa é para as "chayzetes"!). E é com ele, ao lado de Laís (Luísa Arraes) que se tem o casal com maior torcida do que qualquer outro.

E é tudo que sei e tenho de falar. Não acompanho, portanto desconheço de outros núcleos importantes. Pode acabar, Babilônia!

 

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E pode chegar, "A Regra do Jogo"! Na semana passada começaram as chamadas da próxima das nove, do atual mestre do horário, João Emanuel Carneiro. O teaser, por si só, já deixou o telespectador empolgado (chegam a dizer que foi o melhor de todos). Um tabuleiro de xadrez com o elenco principal da trama, recheado de estrelas. Com Alexandre Nero (de novo), Vanessa Giácomo e Giovanna Antonelli nos papéis principais, é uma novela que desponta para a salvação do horário. Tudo para dar certo, tudo para ser inesquecível!

 

 

Mas calma, é só um teaser. Não queremos se decepcionar de novo...



Escrito por No Mundo dos Famosos às 15h26
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