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ARQUIVO - NO MUNDO DOS FAMOSOS
 


Entrevista Especial com MONIQUE ALFRADIQUE

 

Hoje eu entrevisto uma das atrizes mais perseverantes que conheço. Ela é determinada, talentosa e muito bonita. Todo trabalho que faz – seja no teatro ou na televisão – ela se sobressai. No entanto, embora tenha um invejável currículo, ainda enfrenta as incertezas de seu oficio, porém, como boa taurina ela não tem medo de obstáculo. Atualmente, ela vem dando um show de interpretação como a divertida Tina na atual novela das nove, “A Regra do Jogo”. A “EntrevistaEspecial” de hoje aqui “No Mundo dos Famosos” é com a brilhante e querida atriz MONIQUE ALFRADIQUE.

“Sou uma atriz muito inquieta, sempre busco novas coisas...”

(Monique Alfradique)

Jéfferson Balbino: Atualmente você está no ar como a Tina na novela “A Regra do Jogo”. Como você define sua nova personagem?

Monique Alfradique: A Tina é uma menina que teve tudo na infância, ela é nascida e criada no Leblon e agora ela teve que se adaptar com a nova vida, de casada, e aí ela sai do Leblon e começa a morar em Botafogo. Ela é formada em Moda, é estilista e como ela e o marido não consegue pagar as contas porque não tem emprego fixo, pois ela trabalha como freelancer em revistas e consultoria de moda e o marido dela, o personagem do Bruno Mazzeo que é arquiteto e trabalha também como freelancer. E como eles não têm uma estabilidade financeira, com emprego fixo – o que mostraa realidade do jovem brasileiro – não consegue manter o apartamento em Botafogo e, é quando o Rui tem a idéia de se mudar para o Morro da Macaca e para isso ele vende escondido o apartamento da Tina e compra um barraco na favela e ela tem que se adaptar a nova realidade, embora inicialmente ela fique em choque e com os sentimentos desestabilizados.

Jéfferson Balbino: Quando você começa a fazer uma novela você idealiza a trajetória de sua personagem?

Monique Alfradique: Não muito, Jéfferson. Porque a novela é uma obra aberta então a novela e a personagem não é minha é do autor e do público e, portanto, está sujeita a mudança e daí para não evitar frustração eu nem idealizo. Eu só gosto de lidar com o que eu tenho nas mãos...

Jéfferson Balbino: Portanto, poderemos esperar situações hilárias do casal Tina e Rui, né?

Monique Alfradique: As situações serão hilárias... Eu e o Bruno [Mazzeo] quando lemos o texto que o João [Emanuel Carneiro] escreve morremos de rir porque são situações muito engraçadas. E eu, por ser uma atriz que vem do teatro, fico muito feliz pela Amora [Mautner] nossa diretora propor o improviso, instigando essa nossa busca.

Jéfferson Balbino: Por falar na nossa querida Amora, o que você achou da idéia dela em criar uma ‘caixa cênica’, onde as câmeras ficam escondidas dos atores, ou seja, o mesmo recurso empregado nos reality shows?

Monique Alfradique: Eu achei sensacional essa idéia da Caixa Cênica porque traz a realidade, porque a gente não vê o câmera. 

Jéfferson Balbino: Lembro que em “A Lua me Disse” sua personagem não tinha nada de comédia... Você prefere uma personagem cômica ou uma personagem densa?

Monique Alfradique: Não tem nada de comedia na minha trajetória na televisão. Sempre fiz drama na TV. De uns dois anos pra cá que isso começou a mudar, embora a comédia sempre tenha feito parte da minha vida. E sempre tudo mundo me falou que a minha cara de princesinha não condizia com o humor, então é uma grande conquista eu fazer comédia na novela das nove.

Jéfferson Balbino: Ou seja, você que buscou personagens cômicas para sua carreira?

Monique Alfradique: Sou uma atriz muito inquieta, sempre busco novas coisas... E meu primeiro contato com humor foi na peça “Qualquer Gato Vira-Lata”...

Jéfferson Balbino: Eu estive na platéia assistindo o sitcom “#PartiuShopping”, do querido e talentoso Tom Cavalcante no Multshow e fiquei impressionado com a sua personagem e, sobretudo, com sua veia cômica. Você trouxe alguns elementos da Perla pra sua personagem na novela?

Monique Alfradique: Trouxe o humor da Perla... Até porque diferentemente da Tina a Perla era meio perua, uma personagem com uma veia latina, era também interesseira e tal... Já a Tina é mais comedida...

Jéfferson Balbino: E poderia nos adiantar se terá a segunda temporada da série?

Monique Alfradique: Pode ser que tenha. Eu ainda não sei, mas acredito que terá... Eu agora com a novela não conseguiria conciliar, mas acho que se tiver, será no ano que vem!

Jéfferson Balbino: Quais são seus maiores ídolos?

 

Monique Alfradique: Fernanda Torres – em primeiro lugar. Porque eu me inspiro nela. Quero ter uma trajetória como a dela que é boa fazendo drama, mas é divina fazendo comédia. É tudo que eu almejo, quero trabalhar muito com ela. Gosto muito do [Marcos] Caruso e também acho que tem muito ator bom da minha geração como o Mateus Solano, amo a Laura Cardoso, Aracy Balabanian, enfim têm muitos.



Escrito por No Mundo dos Famosos às 19h46
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Entrevista Especial com MONIQUE ALFRADIQUE

 

Jéfferson Balbino: Você que já trabalhou com vários autores, como: Miguel Falabella, Andrea Maltarolli, Aguinaldo Silva, Duca Rachid, Antônio Calmon, e João Emanuel Carneiro. É difícil ter que se adaptar ao estilo dramatúrgico de cada um deles?

Monique Alfradique: Não... Porque, primeiro, sempre procuro entender o que o autor quer da minha personagem o que é bom pra não ter deixar confusa quando o autor mandar algum fato novo sobre sua personagem.

Jéfferson Balbino: E você fica triste quando acaba a novela e você tem que deixar a personagem que te acompanhou durante alguns meses?

Monique Alfradique: Eu fico feliz (risos)... Olha Jéfferson, cada personagem fez parte de uma época da minha vida e acaba contando a minha história, da minha vida pessoal. Por exemplo, quando eu fiz “A Lua me Disse” eu estava aprendendo a dirigir, tirando minha habilitação e bati o carro indo de Niterói para o Projac. Então a minha vida pessoal é muito atrelada com a vida profissional e como eu sou taurina, eu sou do trabalho, portanto, antes de todas as cenas que vou gravar eu estudo muito bem elas, procuro referencias em filmes e séries. Enfim, eu gosto e quero-me sentir preparada para entrar no set, porque lá eu terei outros elementos, como o figurino, o cenário, a minha diretora me dando mil informações para eu me adequar. Então eu sinto falta das pessoas da equipe...

Jéfferson Balbino: Monique, eu que assim como você sou taurino, tenho a impressão de que tudo pra gente se torna mais difícil. Você também acha isso?

Monique Alfradique: Sim Jéfferson, é muito mais difícil mesmo. Essa minha personagem em “A Regra do Jogo” não surgiu pra mim do dia pra noite, eu não acordei com o telefonema do João [Emanuel Carneiro] pelo contrário eu tive que batalhar muito pra conseguir esse papel, eu fiz teste. Antes disso eu comecei a envergar minha carreira para o humor até conseguir alcançar a Tina. Então é um trabalho árduo, diário...

Jéfferson Balbino: Então você já passou por todas as dificuldades que todo ator em inicio de carreira enfrenta?

Monique Alfradique: Já passei e ainda passo até hoje... Enfrento as dificuldades, a insegurança, a ansiedade... Não mudou nada... Mas isso foi bom, porque me tornou uma atriz e uma mulher muito mais segura do que eu era.

Jéfferson Balbino: E você é uma atriz que assiste novela? Quais foram às melhores que assistiu?

Monique Alfradique: Assisto pouco – confesso. Amava “Mulheres de Areia”, “Vamp” – que marcou minha geração...

Jéfferson Balbino: E existe alguma personagem feita por outra atriz que você gostaria de fazer num remake?

Monique Alfradique: A dona Beija que a Maitê Proença fez. Ainda mais porque eu nunca fiz uma personagem de época, só fiz personagens contemporâneas e queria muito fazer uma personagem épica, de época...

Jéfferson Balbino: Querida, amei ter você aqui “No Mundo dos Famosos”, muito obrigado pela entrevista, muito sucesso e um grande beijo!

 

Monique Alfradique: Obrigada você querido, beijo!



Escrito por No Mundo dos Famosos às 19h45
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COMPARAÇÃO

As duas versões de “Ti Ti Ti”

 

Glamour, moda, alta costura, o poder das roupas em elegantes personagens,sejam ricos ou pobres,o início de tudo,uma disputa entre dois inimigos mortais,preparem suas máquinas de costuras e linhas coloridas, pois iremos comparar o maior ''TiTiTi''.

A primeira versão da trama estreou no dia 05/08/1985,escrita pelo autor Cassiano Gabus Mendes com colaboração de Luis Carlos Fusco,a trama girava em torno de Ariclenes Pereira e André Spina,rivais desde crianças,sempre disputavam quem era melhor do que quem,o tempo passa,e André se torna um conceituado estilista de moda de São Paulo,onde é conhecido como Jacques Leclair,onde apesar de ser exagerado e espalhafatoso com as clientes,não resiste em seduzir lindas mulheres,já no outro lado,Ari quer se ingressar no mundo da moda para poder desmoralizar o seu rival,ele é ex-marido de Suzana Azevedo,uma executiva de sucesso que não consegue mais agüentar as malandragens do ex-marido,e por um milagre,consegue entrar no ramo com os vestidos elegantes e chiques que são feitos pela doente mental Cecília,que na verdade é a mãe de André desaparecida,e como não poderia faltar, Luti, o filho de Ari e Walkíria, e a filha de André se apaixonam,e como em um verdadeiro Romeu e Julieta,precisam lutar por esse amor,fazendo de tudo e mais um pouco até tudo terminar bem muitas confusões,tramóias,diversões e guerras de agulhas irão ser feitas.  

No dia 19 de Julho de 2010,exatos vinte e cinco anos depois do estrondoso sucesso da versão original foi lançado o remake da trama,toda a sofisticação do mundo da alta costura de “Tititi” estava lá,com um grande elenco,algumas modificações,referências e muito humor no texto da autora Maria Adelaide Amaral e da direção do mestre Jorge Fernando,tornando-se um grande sucesso assim como a original. 

Esse remake além das tramas de “Tititi”, trouxe também algumas tramas de outra novela do autor,no caso “Plumas & Paetês” (exibida em 1980),onde tem a história de Marcela que viajou para São Paulo para uma vida melhor,depois de ser abandonada pelo namorado Renato,mas um acidente fatal mata Osmar,o filho da matriarca Bruna,que acha que Marcela está esperando um filho dele para a alegria dela,pois descobre um câncer e um tempo muito curto de vida,além dessa trama,o triângulo amoroso de Rebeca,Gino e Breno,a dama,uma empresária poderosa,que se apaixona pelo bronco Gino,mas também se apaixona por Breno,formando um trio divertido e romântico. 

Os atores Elizângela, Mila Moreira e Paulo Goulart estavam em “Plumas & Paetês” e “Tititi”,a personagem Elizângela fez o papel de Sandra em Plumas e em Tititi interpretou Daguijane Oliveira conhecida como Nicole, Mila Moreira estava na sua segunda parceria com Cassiano em 1980 fazendo o papel de Dorinha em Plumas,e em Tititi como a editora Stela Sanches,e o saudoso Paulo Goulart que fez o italiano Gino em Plumas em Tititi ele retornou como Orlando Bianchi.

Já no caso de Tititi, Malu Mader,Betty Goffman e Tatu Gabus Mendes estavam nas duas versões, Malu fazia o papel de Walkíria,a filha rebelde de Jacques,no remake ela fez o papel de Suzana, Betty Goffman estreou sua carreira de sucesso como a espevitada Eduarda,ela retornou a trama em 2010 como Help,e Tato Gabus que também estreou como Alex na primeira versão,voltou a trama como Breno.

Outra curiosidade foi a abertura das tramas,linhas,agulhas,lápis,tudo com rivalidade,sendo algo artesanal é considerada a mais criativa abertura feita pelas mãos talentosas de Hans Donner (junto com a abertura do remake de Selva de Pedra de 1986),a disputa pela melhor costura,pelo melhor desenho e tudo mais fazia uma óbvia porém divertida alusão aos protagonistas da trama ao som potente da música Tititi da Banda Metrô com uma composição da cantora Rita Lee já no remake,a qualidade estava lá,mas em um tom mais suave,mais zen,dessa vez a abertura foi feita por computador e o seu tema mais suave cantado pela cantora Rita Lee,é o destino querendo destacar o talento da grande musa do Rock'N'Roll nacional. 

Os sempre citados estreantes ganharam notoriedade com os papéis, na primeira versão vimos Guilherme Fontes,Tato Gabus (já citado),Betty Goffman (já citada) e Regina Restelli estrearam na trama,no remake temos Juliana Paiva e Clara Tiezz como as estreantes que conseguiram se destacar com suas personagens carismáticas.

Os protagonistas Jacques Leclair e Victor Valentin foram feitos com todo o capricho em 1985 por Reginaldo Faria e Luiz Gustavo. No remake,Murilo Benício brilhou no papel do espanhol sedutor que foi premiado pelo Troféu APCA de melhor ator daquele ano,e Alexandre Borges como o espalhafatoso e inteligente estilista,mas uma personagem se destacou nas duas produções,a elegante e divertida Jaqueline Maldonaldo,vividas divinamente por Sandra Bréa e Cláudia Raia,enquanto que a Jaqueline de 85 era mais calma,centrada,apaixonada pelo estilista e interessante,a Jaqueline de 2010 era agitada,doida,engraçada e ao mesmo tempo apaixonada,duas atrizes que brilharam alto com essas personagens. 

Com uma trama bem construída, bem amarrada e divertida, Tititi se mostrou uma grande novela com todo o glamour e sofisticação do mundo da moda,mesmo o remake tendo colocado algumas coisas diferentes e acréscimos de personagens e tudo mais,não tira o seu valor dramatúrgico. 

Espero que tenham gostado da trama e até o próximo ''Tititi'', ou melhor, até a próxima análise!

 

 

 



Escrito por No Mundo dos Famosos às 19h40
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TV TUDO

QUAIS SÃO AS REGRAS DO JOGO PARA FAZER UMA NOVELA DAR CERTO?

 

O SOOOOOOL!!!

Até que enfim, o oba-oba de seu lançamento passou, a expectativa de uma boa novela também, e agora pode-se de tirar uma conclusão. O que achei da novela, a julgar pelas suas três primeiras semanas? Há muito o que destacar.

Em especial, a dureza que está passando em enfrentar "Os Dez Mandamentos", perdendo em alguns dias na audiência. Já destaquei no último post o feito histórico da Record. Pois nessa que terminou de passar, vieram mais duas vitórias no confronto direto (de alguns minutos). Que barra é, logo uma novela do bem sucedido João Emanuel Carneiro passando por isso! Só lembrando, "A Favorita" também penou bastante em seu início, concorrendo com "Os Mutantes", mas driblou rapidamente a crise e deu no que deu.

"A Regra do Jogo", querendo ou não, com ou sem concorrência, chegou com tudo e conseguiu mostrar a que veio. Em todo caso, o que vimos é um retalho das últimas obras de JEC no horário nobre. Os mesmos tangos de sempre, vistos em "A Favorita" e "Avenida Brasil", estão aí. A história principal tem a vingança como trunfo para ser contada detalhadamente. Além do personagem principal ser cheio de surpresas e caricaturas, sem saber claramente se é do bem ou do mal.

E essa história principal é o que prende mais atenção. O protagonista Romero Rômulo, interpretado por Alexandre Nero sem férias, é o ex-vereador suburbano que ganha à vida como policial, salvador de vidas. Na verdade, um projeto de herói, já que forjou seu seqüestro logo no primeiro capítulo. E a primeira surpresa foi se apresentador como filho de Djanira (Cássia Kiss, em mais um ótimo trabalho), que faz de tudo para desmascarar o filho, mesmo adoecida. Tudo porque sua outra filha, Tóia (Vanessa Giácomo), roubou dinheiro da boate de funk de Adisabeba (Susana Vieira), capital da Etiópia, indo para cadeia. Cadeia de onde o namorado de Tóia, Juliano (Cauã Reymond), condenado por um crime que não cometeu, a Chacina da Seropédica, nos anos 90. Seu verdadeiro autor, Zé Maria (Tony Ramos), segue foragido, cercado de mistérios e mais mistérios, do qual Juliano quer desvendar tudo. Ironicamente, com a ajuda de Romero, de quem é inimigo.

Uma história de mistérios que une outras, que ao longo dos capítulos serão desvendados. Ponto positivo para João Emanuel, que manda muito bem em histórias instigantes, a ponto de prender público. Mas que dessa vez, com um tom mais pesado, está perdendo este público para a concorrente.

Outro positivo, de alguma forma, é tratar a novela com ares de seriado norte-americano de super produção. Em um ato inédito na dramaturgia, vemos cada capítulo ter um nome, como um autêntico episódio de série. Por exemplo, o capítulo de estreia foi intitulado "A Outra Face".

Os pontos negativos ficam por conta de núcleos paralelos ligados ao principal. Especialmente o funkeiro MC Merlô (Juliano Cazarré). Não me convenceu, não ficou suave na nave! E vemos o patriarca Feliciano (Marcos Caruso) pertencer a uma família que abre o berreiro em qualquer cena, especialmente envolvendo Nelita (Bárbara Paz). Este é Caruso mais uma vez presente em núcleo barulhento. Igualzinho em "Avenida Brasil". A diferença é que não é comédia, uma pena. Outro importante ator recorrente nas tramas de JEC, José de Abreu dá as caras como o empresário amargurado Gibson. Em nada lembra o "malvado favorito" Nilo.

Alguns ajustes ainda precisam ser feitos, mas no que vi, "A Regra do Jogo" é uma boa novela. Muito superior a "Babilônia", muito graças à história do protagonista. E pode melhorar mais ainda, se driblar a concorrência e cativar mais o seu público. Se não conseguir isso, a rejeição virá fortemente.

 

Pra encerrar, vai "o sol" da abertura cantada por Alcione aí? Já virou marca registrada ao meu ver...



Escrito por No Mundo dos Famosos às 11h35
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