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ARQUIVO - NO MUNDO DOS FAMOSOS
 


Entrevista Especial com ROBERTA GUALDA

 

Hoje eu entrevisto aqui “No Mundo dos Famosos” uma das mais gratas revelações dessa nova geração de atores. Ela é neta de desembargadores, é formada em Direito, mas prefere mesmo é exercer o oficio cênico. Estreou na televisão no seriado “Mulher”, mas foi como a preconceituosa Paulinha na novela “Mulheres Apaixonadas” que alcançou o merecido sucesso. Em 2009, transferiu-se para Rede Record para atuar no remake “Bela, a Feia” e, na emissora de Edir Macedo, emendou vários sucessos n as minisséries bíblicas “Rei Davi” e “Milagres de Jesus”. E, em breve, finalmente, poderemos conferir o primoroso trabalho dessa atriz na novela “Escrava Mãe” que deverá estrear em abril na tela da Record. A “Entrevista Especial” de hoje é com a brilhante atriz ROBERTA GUALDA.

“A teledramaturgia está profundamente arraigada na nossa cultura, e não se pode negar a sua importância e influência”...

(Roberta Gualda)

Jéfferson Balbino: Como surgiu seu interesse pela carreira de atriz? Houve influência e/ou inspiração em alguém? 

Roberta Gualda: Tenho uma tia, Bia, que, na época, fazia aulas com a Maria Clara Machado no Tablado. A Maria Clara dava aulas para adultos. Acho que foi quando eu vislumbrei uma possibilidade concreta de começar a fazer teatro. O desejo eu já tinha...

Jéfferson Balbino: Li na sua biografia que você estreou na TV no seriado “Mulher” e depois fez uma participação na novela “Coração de Estudante”. Como foi essas experiências iniciais na telinha?

Roberta Gualda: Foram muito boas. Principalmente participar do “Mulher”. Começar e ter a oportunidade de estar ao lado de Eva Wilma e Patrícia Pilar é uma sorte imensa. E elas me receberam muito bem, com doçura e paciência. Além da admiração que eu já sentia passei a ser grata às duas. Depois disso fiz pequenas participações em diversas novelas. Me lembro de encontrar com Tony Ramos pela frente e, meu Deus! Imagina o quanto não se aprende vendo o Tony Ramos! Outro dos grandes! Foram pequenas participações, mas que me renderam experiência e muito aprendizado. Tive muita sorte. 

Jéfferson Balbino: Você deu um show de interpretação como a Paulinha na novela “Mulheres Apaixonadas”. Como foi o processo de composição dessa emblemática personagem?

Roberta Gualda: Ricardo Waddington estava à frente da novela. Me lembro que antes de começar as gravações ele se reuniu com o elenco jovem, que era grande, havia uma escola na trama, e tivemos um dia de exercícios e conversa. Foi muito bom para nos conhecermos e começarmos. Foi importante. Depois ele falou da Paloma Riani, uma atriz fantástica e preparadora de elenco, que estaria a nossa disposição. Tive uns dois ou três encontros com ela. De resto, o texto do Manuel Carlos já esboçava uma personagem muito vívida e complexa, boa para se explorar e trabalhar. Foi só seguir a pista.

Jéfferson Balbino: O que você destacaria do seu trabalho no programa “Por Toda Minha Vida” e em “Linha Direta”?

Roberta Gualda: Foram interessantes, desses bons pra gente adquirir experiência e se ambientar. 

Jéfferson Balbino: Que lembranças você tem de seu trabalho na novela “Começar de Novo”?

Roberta Gualda: “Começar de Novo” foi ótimo. Conheci pessoas fantásticas, a começar pelo Marcos Paulo, e aprendi muito com os colegas com que convivi. Foi uma novela prazerosa para se fazer. Fui recebida com muito carinho ali. 

Jéfferson Balbino: O que você considera ser mais e menos prazeroso da profissão de atriz?

Roberta Gualda: Confesso que decorar texto não é o que eu mais gosto de fazer na vida. Mas o resto compensa. Ter a possibilidade de estar em cena, seja no teatro, cinema ou televisão, brincando é a grande e melhor parte.

Jéfferson Balbino: Qual foi seu trabalho no Teatro que mais te marcou?

Roberta Gualda: Talvez a primeira peça que eu fiz, por ter sido a primeira. Uma peça sobre o jardim botânico que era encenada dentro do Jardim Botânico. Chamava-se: “Descobrindo Vidas no Jardim Botânico”.

Jéfferson Balbino: E como foi dar vida a Greice na novela “A Favorita”?

Roberta Gualda: Sempre encaro um personagem como um desafio. É como se eu estivesse começando naquele dia. Há sempre muito trabalho a de fazer é uma boa dose de apreensão. Com a Greice não foi diferente. Felizmente continuei dando sorte e estava cevada por feras. Atores e uma equipe técnica maravilhosa que formavam time incrível. Aprendi com meus colegas de cena e nos divertíamos muito naquela cidade cenográfica. 

Jéfferson Balbino: Em 2009, você se transferiu pra Rede Record para atuar na novela “Bela, a Feia”. Como surgiu o convite pra você trocar de emissora?

 

Roberta Gualda: Tinha acabado de fazer “A Favorita” e o [Fernando] Rancoleta me ligou. 



Escrito por No Mundo dos Famosos às 00h29
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Entrevista Especial com: ROBERTA GUALDA

 

Jéfferson Balbino: Atuar num texto importado como o de “Bela, a Feia” chega a ser diferente para o ator?

Roberta Gualda: O texto foi adaptado pela Gisele Joras e como eu não conhecia o original, não senti diferença não. A Gisele fez um ótimo trabalho em aproximar aquele universo de nós aqui do Brasil. 

Jéfferson Balbino: Na Record você atuou também nas minissérie bíblicas: “Rei Davi” e “Milagres de Jesus”. Que cuidados você tem ao viver uma personagem bíblica?

Roberta Gualda: É como com todos os outros, muito trabalho. A diferença fica por conta do contexto histórico, que acaba demandando estudo neste sentido também.

Jéfferson Balbino: Uma de suas personagens que eu mais gostei foi a Dóris de “Balacobaco”. Era incrível a sintonia sua com a Bárbara Borges. Como foi participar dessa divertida e inesquecível novela?

Roberta Gualda: Foi maravilhoso. Uma das mais divertidas mesmo. Eu e Babi nos demos muito bem. Nos divertíamos horrores juntas. Foi uma amizade que eu ganhei e levei pra vida. 

Jéfferson Balbino: Você também tem uma passagem pelo Cinema Brasileiro. O que você poderia salientar de sua carreira cinematográfica?

Roberta Gualda: Participei de “Polaroides Urbanas”, do Miguel Falabella; e “Gonzaga - de Pai pra Filho”, do Breno Silveira. Foram duas experiências fantásticas.

Jéfferson Balbino: Quais são seus maiores ídolos?

Roberta Gualda: São tantos... Difícil mencionar sem cometer uma injustiça.

Jéfferson Balbino: Sua última novela na Record foi “Vitória” que embora tenha sido uma trama com um enredo maravilhoso teve uma direção critica e uma audiência insatisfatória. Quando ocorrem esses fatos que impedem o sucesso, você como atriz fica chateada?

Roberta Gualda: Não. De maneira nenhuma. Fazemos nosso trabalho no dia a dia, com nosso texto, nossos colegas de cena, a equipe, e a novela foi vitoriosa nesse sentido. Nosso dia a dia era muito feliz. 

Jéfferson Balbino: Você dará vida à Tereza na novela “Escrava Mãe” que deverá estrear inteiramente gravada em abril na Record. O que você pode nos adiantar sobre essa personagem?

Roberta Gualda: Tereza é filha de uma das duas famílias proeminentes e rivais da trama. É uma mulher boa que vive momentos difíceis. A novela está linda e o texto é muito dinâmico, vale assistir pra saber mais.

Jéfferson Balbino: Foi difícil gravar a novela e não ter o retorno do público? E você ficou insatisfeita com o adiamento da Record em exibir a trama?

Roberta Gualda: Não particularmente. É sempre bom ter o retorno do público que é pra quem nós fazemos a novela, mas ele vai vir já, já. 

Jéfferson Balbino: Você é uma atriz que assiste novelas? Quais foram as melhores que já assistiu?

Roberta Gualda: Faz algum tempo que não consigo parar para assistir novelas. Mas dentre as que me marcaram estão “Vale Tudo”; “Éramos Seis”; “Roque Santeiro” e “A Favorita”.

Jéfferson Balbino: Como você vê o papel da teledramaturgia diante da sociedade brasileira?

Roberta Gualda: Acho que a teledramaturgia cumpre não só a função de entreter como acaba sendo uma boa plataforma para debate na medida em que retrata aspectos do nosso cotidiano. A teledramaturgia está profundamente arraigada na nossa cultura, e não se pode negar a sua importância e influência. Isso sem falar nos empregos que ela representa. Há que se pensar a teledramaturgia e atualiza-la para que ela permaneça relevante. 

Jéfferson Balbino: Antes de finalizarmos, sacia uma curiosidade nossa: Porque você retirou o "Ana" de seu nome artístico, ficando somente em Roberta Gualda?

Roberta Gualda: Foi Miguel Falabella quem tirou, na época do “Polaroides Urbanas”. Dizia que Ana Roberta Gualda era muito longo. Bom, se Miguel propôs quem sou eu pra recusar! 

Jéfferson Balbino: Querida, foi uma honra imensurável ter uma brilhante atriz como você aqui “No Mundo dos Famosos”. Obrigado por nos conceder essa entrevista. Beijos e muito mais sucesso!

Roberta Gualda: De nada! Beijos a você, a sua equipe e a todos os leitores. Até a próxima! 



Escrito por No Mundo dos Famosos às 00h29
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TV Tudo

GUGU E SENSACIONALISMO: CASAMENTO PERFEITO!

 

 - Foto: Record/Divulgação (Foto: Record/Divulgação)

 

Fevereiro terminou, e pela primeira vez no ano faço um post que não seja referente à Globo. Hoje meu alvo é a sua rival Record! Para o lado bom ou ruim.

No início de fevereiro começou a nova temporada do programa do "Gugu", marcando, digamos, a segunda (ou terceira) volta do marcante apresentador Gugu Liberato à Record. De passagem memorável no SBT, fez a tão marcante mudança de emissora em 2009, saindo de "Domingo Legal" (hoje sob comando de Celso Portiolli), para o programa que leva seu nome, aos domingos. Nesses sete anos de Record, essa passagem teve uma inóspita interrupção de um ano e meio, entre 2013/14, quando chegou à romper contrato com a emissora de Edir Macedo, sem maior explicação.

Eis que voltou em 2015, por produtividade, para manter seu nome no programa (agora em dia útil), porém com formato diferente, que reviveu brincadeiras e gincanas dos tempos de Domingo Legal. E claro, sensacionalismo, que, diga-se de passagem, voltou a ser marca registrada do loiro. Digo por entrevistas marcantes. Especialmente na sua referida volta, fez uma mega e polêmica entrevista com Suzane Von Richtofen, diretamente da cadeia. Se coragem é pouco, ainda repetiu a dose em Minas Gerais, interrogando o ex-goleiro Bruno.

E se no ano passado era exibido três vezes ao dia, para 2016 houve mudança de estratégia. O novo "Gugu" vai ao ar somente às quartas, para competir com o futebol na Globo e, sobretudo, um duelo décimo a décimo com Ratinho no SBT (e já foram colegas dos bons).

Recapitulando o título deste post, remetemos ao primeiro programa inédito de Gugu no ano. E foi daqueles de se revirar no túmulo (literalmente), polemicamente falando. Uma reportagem que descobriria como a atriz Dercy Gonçalves (1907-2008) foi enterrada em seu mausoléu particular. Se em pé (what?) ou deitado. Claro que a resposta foi a segunda opção, mas para não perder o costume, Gugu e companhia mantiveram o "mistério" durante mais de uma hora de programa. Algo comum em programas assim, mas tão desnecessário. Se perguntar não ofende, custa deixar a mulher descansar em paz? P****! (como diria Dercy e seus palavrões)

Ainda no programa de estreia, outro episódio curioso aconteceu. A atração musical era a dupla sertaneja Bruno e Barretto. Aquela que, em janeiro, fez uma apresentação pra lá de cômica no "Encontro", cantavam como nunca até a energia do palco simplesmente acabar. Gugu imediatamente chamou os comerciais. Mas isso, perto do sensacionalismo barato e vulgar característico do apresentador, é apenas fato isolado. E que de certa forma diverte, e faz pensar que "os programas de auditório ainda são úteis".

 

Encerrando a matéria, as velhas entrevistas ousadas deram as caras novamente. Dessa vez, Gugu trocou palavras com o famoso astrólogo porto-riquenho Walter Mercado. No ponto alto da entrevista, ele se revelou "assexuado". Isso no auge de seus 84 anos.

E assim Gugu e sensacionalismo formam um par invejável, em busca de audiência...

 



Escrito por No Mundo dos Famosos às 00h28
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