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ARQUIVO - NO MUNDO DOS FAMOSOS
 


Entrevista Especial com ANTÔNIO PETRIN

 

Hoje eu tenho a honra de entrevistar um grande ator brasileiro. Ele é formado em desenho industrial, cursou a Escola de Arte Dramática da USP, lecionou teatro na escola do dramaturgo Jorge Andrade e de lá pra cá construiu uma sólida e brilhante carreira, pois atuou em mais de 40 peças, dirigiu 12 espetáculos e participou de mais de 35 trabalho na televisão e ainda atuou em 12 filmes. Na galeria de personagens inesquecíveis da teledramaturgia brasileira têm um lugar cativo para o seu vilão Tenório da novela “Pantanal”. A partir do dia 30 de Maio ele dará vida ao Coronel Custódio Avelar na novela “Escrava Mãe”, da Rede Record. A “Entrevista Especial” de hoje do “No Mundo dos Famosos” é com o querido e brilhante ator ANTÔNIO PETRIN.

“Eu acho a carreira de ator fascinante, pois você lida com um material que não é palpável”.

(Antônio Petrin)

Jéfferson Balbino: Como surgiu seu interesse pela carreira de ator?

Antônio Petrin: Eu me formei em desenho industrial, depois que fui para a Escola de Arte Dramática, pois antes havia apenas feito algumas peças amadoras... Depois quando terminei a Escola de Artes Dramáticas fui convidado pelo Jorge Andrade para fazer a Escola Vocacional, na área de Teatro. Isso tudo na época da Ditadura Militar que fechou a Escola, mas nessa altura eu já estava formado e a partir daí eu já era requisitado para fazer peças de teatro...

Jéfferson Balbino: Então podemos dizer que o Jorge Andrade foi seu mentor?

Antônio Petrin: Sim...

Jéfferson Balbino: Você chegou lecionar na Escola Vocacional do Jorge Andrade, né?

Antônio Petrin: Sim, durante um ano – sob a orientação do Jorge Andrade.

Jéfferson Balbino: Você que cursou a Escola de Arte Dramática, da USP, e lecionou na Escola Vocacional do Jorge Andrade... Acredita que o ator que possui toda essa estrutura metodológica está mais preparado do que aquele que segue a carreira por instinto vocacional?

Antônio Petrin: Eu acho que sim, mas isso é tudo muito relativo, pois não tem como apontar o melhor caminho para se tornar um bom ator. No entanto, é evidente que o ator que tem talento e faz uma escola possui mais técnicas e métodos para atuar, mas não é critério, porém, a escola é sempre um bom começo. Mas eu não vejo a escola como uma necessidade...

Jéfferson Balbino: Antigamente a profissão de ator era muito descriminalizada/marginalizada. Naquela época você sofreu algum tipo de preconceito por ser ator?

Antônio Petrin: Não sei se poderia definir como preconceito, mas sim como uma preocupação socioeconômica por parte da família que preferia uma profissão mais palpável, com segurança financeira e rápido retorno financeiro... Quando eu comecei minha carreira eu já estava casado e quando eu fui obrigado a seguir a carreira de ator eu combinei com minha mulher que se durante um ano eu não conseguisse me manter como ator eu voltaria a trabalhar como desenhista e ela aceitou, mas minha mãe chamou ela de louca por ter aceitado aquilo, mas como eu já era independente eu nem liguei...

Jéfferson Balbino: Sua estreia em novelas aconteceu em “Tchan - A Grande Sacada”, na TV Tupi. E nessa época muitos atores que vinham do Teatro tinham grande resistência em fazer televisão, pois julgavam ser uma arte menor. Você também tinha esse tipo de pensamento?

 

Antônio Petrin: Tínhamos essa preocupação, pois sou daquela geração de formação na Escola de Arte Dramática com muita base teórica e o trabalho na televisão era considerado algo de ‘segunda categoria’. Eu mesmo pensava: “Me formei para representar Shakespeare e não um autor de novelinha”... Porém, a questão de sobrevivência pesava muito já naquela época. Mas eu por pensar ser um ator de teatro de muito sucesso e muito premiado eu tive muita resistência e preconceito com a televisão o que me gerou até prejuízo, pois cheguei a recusar trabalhos na televisão por ter esse tipo de pensamento. Embora o ator seja formado para o teatro ele pode e deve representar em todo e qualquer veículo... Mas hoje em dia não há mais esse tipo de preconceito, pois o ator tem ficar lisonjeado em ser convidado para trabalhar, a única ressalva que deve existir é o ator ter consciência do que irá fazer e isso não digo só na TV, mas até no teatro, pois tem trabalhos no teatro também que o ator tem que fugir.



Escrito por No Mundo dos Famosos às 00h52
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Entrevista Especial com ANTÔNIO PETRIN

 

Jéfferson Balbino: Você fez ao longo de sua carreira vários trabalhos de época como as minisséries: “Anarquistas, Graças à Deus”, “Chiquinha Gonzaga”, a novela “Essas Mulheres”... Como você se prepara para fazer algum trabalho desse porte?

Antônio Petrin: A própria emissora de televisão vai te oferecer suporte para você entrar nesse ‘universo’ de época, mas eu sempre pesquiso por fora também é como se fosse um ‘vício’ que trago comigo da Escola de Arte Dramática.

Jéfferson Balbino: Você deu um show de interpretação na novela “Pantanal” onde você deu vida ao vilão Tenório. O que esse personagem representa na sua carreira?

Antônio Petrin: Graças a ele que eu fiquei reconhecido no Brasil e no exterior, pois é um papel do qual eu não consigo me desvencilhar porque eu já cheguei fazer trabalhos até melhor que esse, mas foi esse que ficou na memória das pessoas. Na época, eu fui odiado muito por causa desse personagem sendo que uma vez apedrejaram minha casa em São Paulo, ocorreu também deu ser agredido por mulheres no Aeroporto de Campo Grande (risos), se não fosse a Ângela Leal me socorrer...

Jéfferson Balbino: E como foi contracenar com a minha querida amiga, a atriz Rosamaria Murtinho na novela “Pantanal”?

Antônio Petrin: É sempre um prazer falar da Rosamaria Murtinho, pois tanto ela quanto o Mauro Mendonça têm uma história sólida no teatro e na televisão, pois são atores que servem de exemplo e de espelho para a nova geração e para as futuras gerações que vão surgir. Eu conheço o trabalho deles desde o TBC, da TV Excelsior de São Paulo, enfim eles são a vanguarda do teatro e da TV brasileira. Quando eu e a Rosinha fazíamos “Pantanal” havia uma cena, da qual que eu nunca me esqueço, que a personagem dela tinha que cozinhar feijão enquanto interpretava o texto e ela ficou toda atrapalhada e dizia: “O ator americano primeiro aprende toda a mecânica da cena pra depois falar o texto”... E, é verdade, pois é difícil você fazer uma tarefa física enquanto fala seu texto (risos).

Jéfferson Balbino: Quando acaba uma novela, você se sente falta de ‘conviver’ com aquele personagem que te acompanhou durante alguns meses?

Antônio Petrin: Não, absolutamente! Acontece que tem atores que gostam de criar uma áurea para o personagem que fazem, mas comigo não, acabou as gravações eu deixo o personagem, pois se você deixar se envolver tanto você fica até abalado psicologicamente e quem pensa o contrário está querendo supervalorizar seu trabalho.

Jéfferson Balbino: Na TV Manchete você atuou em vários trabalhos como: “Pantanal”, “A História de Ana Raio e Zé Trovão”, “Guerra Sem Fim”, entre outros... Como você definiria a teledramaturgia produzida por essa inesquecível emissora?

Antônio Petrin: O que se dizia na época é que a teledramaturgia da Manchete tinha toda essa ousadia, essa coisa nova para competir com a Globo, pois tinha que ser diferente da Globo para poder aparecer. E foi assim, sobretudo, com “Pantanal” que era algo novo que nem a Globo havia feito e por isso teve sucesso e nem a gente que fazia a novela tinha a dimensão do sucesso que ela estava tendo, pois as condições de trabalho eram precárias...

Jéfferson Balbino: Embora sua carreira seja ‘recheada’ de vilões também há personagens bonzinhos e humanitários como o Sabiá que você fez na versão brasileira da novela “Esmeralda”, no SBT. Como foi o processo de composição desse personagem marcante?

Antônio Petrin: Esse foi um dos poucos prazeres que eu tive fazendo televisão. Jéfferson, como você sabe essa era uma novela com um texto mexicano e quando eu fui chamado para fazer esse personagem o Henrique Martins, o diretor, me mostrou o personagem original que era ‘sem pé, nem cabeça’, ou seja, uma coisa ridícula e eu me vi perdido. Daí peguei os dez capítulos e tentei rascunhar como seria esse personagem. E lembrei de um neto meu – portador da Síndrome de Asperge (um grau antes do autismo) – e eu pensei nesse meu neto para fazer esse personagem, escrevi uma sinopse para esse personagem sem contar para ninguém e indo para o primeiro dia de gravação dentro do carro com o Henrique Martins eu mostrei pra ele e ele viu e gostou e a partir desse dia eu comecei a fazer meu personagem a partir do tom pessoal que eu dei. E aí caiu no gosto do público adulto e mais ainda no gosto das crianças...

Jéfferson Balbino: Você tem preferência por fazer algum tipo de personagem?

Antônio Petrin: Eu tenho preferência por um grande personagem!

Jéfferson Balbino: Você está no elenco da novela engavetada da Record, “Escrava Mãe”. Fazer uma novela e não ver o retorno no ar te incômoda?

Antônio Petrin: Eu fiz 10 capítulos em “Escrava Mãe” que é uma história bem interessante. E como eu gravei somente dez capítulos não posso me incomodar. Lembro que quando eu estava gravando a novela ela estava prevista para estrear em Outubro. Depois que li na Imprensa sobre os adiamentos...

Jéfferson Balbino: No remake da novela “O Direito de Nascer” você já havia passado por essa experiência, né? Pois, a trama foi gravada inteira, engavetada e só depois foi ao ar...

 

Antônio Petrin: Sim, mas acontece que a história de “O Direito de Nascer” era algo batido. E também a produtora da novela já havia nos alertado sobre a demora da novela para ir ao ar, ou seja, ninguém foi enganado. Mas em “Escrava Mãe” meu personagem morre no décimo primeiro capítulo.



Escrito por No Mundo dos Famosos às 00h52
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Entrevista Especial com ANTÔNIO PETRIN

 

Jéfferson Balbino: E como é seu personagem?

Antônio Petrin: Ele é um coronel e tudo acontece na fazenda dele. Ele morre e a história segue. Ele não é vilão, é uma pessoa muito correta que tem uma boa relação com os escravos... O vilão da história é o cara que chega para casar com sua filha e que ele julga ser uma pessoa boa, mas que depois acaba assassinando ele. Esse sim vai ser o grande vilão da novela.

Jéfferson Balbino: O que é mais gratificante na carreira de ator?

Antônio Petrin: Acho que qualquer um diria que o sucesso é o mais gratificante da nossa carreira, pois se você faz sucesso tudo é gratificante... Eu acho a carreira de ator fascinante, pois você lida com um material que não é palpável. E o fascinante é isso: você fazer o personagem viver na história e sempre se enriquecer com novos personagens. E graças a essa vivencia com vários tipos de personagens que faz o ator olha para vida de um modo diferente, de um modo sublime, de um modo incomum que as outras pessoas não consegue enxergar. Eu costumo dizer que numa escala de 1 a 10 o ator pra ficar bom tem que estar no 5 ou no máximo no 7, pois quando chega em 8 já está encostando o dedo em Deus, pois nunca estaremos totalmente prontos.

Jéfferson Balbino: Ou seja, é impossível chegar no apogeu, né?

Antônio Petrin: Ninguém consegue...

Jéfferson Balbino: Quem são seus maiores ídolos na dramaturgia brasileira?

Antônio Petrin: Eu já trabalhei com grandes pessoas que eu sempre vou levar na minha vida com grande carinho, como o diretor Flávio Rangel, atores como: Paulo Autran, Grande Otello, Bibi Ferreira, Ângela Leal, Rosamaria Murtinho, José Wilker que foi uma pessoa fantástica e que eu tenho uma grande admiração. É difícil enumerar, pois nessa profissão há muitas pessoas admiráveis. Não posso esquecer do [Gianfrancesco] Guarnieri. A televisão é mais passageira, mas as convivências no teatro são sempre mais intensas, mais duradouras...

Jéfferson Balbino: O que você destacaria da sua carreira no Cinema?

Antônio Petrin: Eu gosto de fazer Cinema, pena que fiz pouco. O cinema é sempre fascinante, pois ficará registrado para ‘todo o sempre’. É um veiculo que para nós brasileiros precisaria ter mais possibilidades, pena que por aqui é uma indústria fraquinha.

Jéfferson Balbino: E o que você acredita ter sido sua maior contribuição para a história da (tele) dramaturgia brasileira?

Antônio Petrin: Eu não sei enumerar, pois parece que qualquer resposta seria demagógica, mas na minha carreira o que considero ser minha contribuição foi quando eu fiz espetáculos em plena ditadura militar. Eu ter participado de inúmeros espetáculos que contestava aquele regime me fez sentir útil através da minha arte, pois acho que não tem muito sentido fazer teatro sem ter nenhuma consciência ideológica, sociológica, etc... Um cara que eu vejo muito que tem essa preocupação social é o [Antônio] Fagundes que faz sempre um teatro de qualidade e preocupado com a nossa realidade. Eu costumo dizer que o ator tem que carregar consigo algum tipo de ideologia nem a que for de contar piada (risos), pois o ator tem que ter uma preocupação social das coisas...

Jéfferson Balbino: Você é um ator que assiste novelas também?

Antônio Petrin: Quando eu estou gravando eu não assisto minhas cenas. Tem ator que grava e já vai assistir, eu não gosto, prefiro ver no ar. Como telespectador eu assisto as novelas que minha mulher assiste, mas ela não gosta muito, pois eu fico enchendo o saco dela.

Jéfferson Balbino: E quais foram as melhores novelas que você assistiu?

Antônio Petrin: Ah essa pergunta eu não vou responder pra vc não, Jéfferson (risos).

Jéfferson Balbino: Querido, foi uma honra ter entrevistado você aqui “No Mundo dos Famosos”. Parabéns pela brilhante carreira e muito mais sucesso. Um grande abraço!

 

Antônio Petrin: Obrigado, Jéfferson. Foi um prazer te dar essa entrevista, abraço pra vocês!



Escrito por No Mundo dos Famosos às 00h51
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TV TUDO: LIBERDADE, LIBERDADE

UMA AULA DE HISTÓRIA NA NOVA NOVELA DAS ONZE

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Com o sucesso enorme de "Verdades Secretas" em 2015, a faixa das onze ganhou cada vez mais respaldo e valorização na Globo, e pela primeira vez terá duas histórias exibidas no mesmo ano, em um total diferente de capítulos, porém, com o mesmo objetivo de instigar o público mais adulto.

A melhor das histórias já está no ar. No dia 11, estreou "Liberdade Liberdade", que mostra ser uma autêntica aula de história. Categoricamente, escrevo sobre a novela no feriado de Tiradentes, o grande líder da Inconfidência Mineira, que é o mote principal da história, cuja protagonista é a filha do inconfidente, Joaquina. No primeiro capítulo, a jovem Mel Maia, para variar, emocionou o público com mais uma atuação viril diante de gente grande. O felizardo da vez foi Thiago Lacerda, o Tiradentes. Pena que foi só um capítulo. Agora cabe à Andréia Horta interpretar a heroína desbravadora, na luta pelos direitos e igualdades sociais.

Uma pena também é que "Liberdade Liberdade" estreia sem o mesmo alarde que teve "Verdades" ano passado. A antecessora teve o privilégio, na primeira semana, de ser exibida sempre após a novela das nove (Babilônia), fundamental para ter uma maior audiência e repercussão crítica. Enquanto isso, a nova trama é exibida no horário "bônus" somente de segunda mesmo. Antes disso, ainda encarou problemas no que se diz respeito à autoria titular. A história foi idealizada por Márcia Prates, que faria sua estreia como titular numa novela. Faria, pois em motivo ainda não esclarecido na Globo, foi afastada. Dois supervisores também saíram às vésperas. No final Mário Teixeira assumiu a função autoral, pouco após escrever "I Love Paraisópolis" com Alcides Nogueira.

Agora sim falando da "aula de história" que "Liberdade" está dando ao público, é notório que temas delicadíssimos, como escravidão no século XVII até o XVIII, junto com os desdobramentos da Inconfidência Mineira, são bem retratados. Mas como se trata de ficção, foram acrescentados diferentes personagens. Um exemplo disso é Virgínia, recatada cafetina vivida por Lília Cabral, que deve ser peça importante do início ao fim. Outro destaque vai para o vilão histórico Rubião, que delatou Tiradentes, culminando no enforcamento do histórico lutador. Marcou a volta de Mateus Solano às novelas, e novamente como malvado. A cena em que é torturado, sem roupas, por trair a Coroa Portuguesa, chocou de imediato.

Há também exageros, com destaque para a sensualidade recatada da época, incluindo cenas de nudez. Dionísia (Maitê Proença) foi um exemplo claro disso, e a própria atriz não mente. Outros coadjuvantes que se destacam são Antônia (Letícia Sabatella), mãe de Joaquina. 

Explorando mais a história principal, a protagonista ainda alça a importância de Raposo (Dalton Vigh), que após a morte de Tiradentes a leva para Portugal, onde é educada. Sem que seja identificada para evitar represálias e conflitos, ela volta ao Brasil como Rosa. E ainda por cima viverá um romance com Rubião.

Diante do cenário confuso apresentado pela troca de nomes nas autorias, as duas primeiras semanas aparentam confusões com a realidade vivida naquele século, mas nada que comprometeu os caprichos da equipe de produção. E podem caprichar ainda mais para, ao menos, aproximar-se da realidade histórica vivida na Inconfidência, ao longo dos previstos 67 capítulos.

Apesar das adversidades, a audiência de "Liberdade Liberdade" já é satisfatória, visto que a estreia deu 27 pontos. Ironicamente, no dia 21 de abril, homenagem a Tiradentes e tudo mais, marcou metade disso. Faz parte! A novela ainda vai render muitos frutos.

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Depois de algumas semanas de ausência, voltei enfim com um novo post. Já adianto que o próximo reportará o que de melhor aconteceu no mês de abril que vai se encerrando. Obviamente, não resume-se apenas na estreia de "Liberdade Liberdade". Teve tantas outras coisas... vale a pena ficar ligado no resumão mensal!

 

 



Escrito por No Mundo dos Famosos às 00h51
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