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ARQUIVO - NO MUNDO DOS FAMOSOS
 


Entrevista Especial com RENATA DOMINGUEZ

 

Hoje eu tenho a honra de entrevistar aqui “No Mundo dos Famosos” uma atriz que eu simplesmente adoro, pois ela é boa em tudo que faz. Ela já encantou o Brasil como a Cecília na novela “Bicho do Mato”, já fez todos nós odiarmos ela como a Valkíria na novela “Amor e Intrigas” e, atualmente, vem fazendo os telespectadores amá-la como a Sirlene na novela “Sol Nascente”. A “Entrevista Especial” de hoje “No Mundo dos Famosos” é com a brilhante e belíssima atriz RENATA DOMINGUEZ.

“Eu acho que é muito mais difícil você desnudar a alma do que o corpo, sempre achei mais difícil expor o sentimento e a emoção do que simplesmente pintar a cor do cabelo e mudar o comprimento para fazer uma personagem”...

(Renata Dominguez)

Jéfferson Balbino: Renata, como você define a Sirlene sua personagem na novela “Sol Nascente”?

Renata Dominguez: Minha personagem é humilde e que sofreu muito com o personagem do Rafael Cardoso que é o grande vilão da novela. Mas ela é aquela mocinha que dá a volta por cima e que não fica à mercê do destino. Digo sempre que ela é a carta na manga dos autores para desmascarar o vilão (risos). Ela é boazinha, mas luta por um acerto de contas.

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Jéfferson Balbino: O legal é que ela não é aquela mocinha que passa a novela inteira sofrendo, né?!

Renata Dominguez: Não, ela não é maniqueísta. A prova disso é que ela luta por justiça... Ela é boazinha, mas com sangue na veia. “Sol Nascente” têm várias tribos e a Sirlene é a representante da mulher brasileira que arranca forças quem nem sabe que tem para driblar as dificuldades e vencer as lutas. Eu estou me identificando muito com essa personagem, pois lembra muito a garra do povo brasileiro.

 

 



Escrito por No Mundo dos Famosos às 22h21
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Entrevista Especial com RENATA DOMINGUEZ

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Jéfferson Balbino: Tem muita gente no elenco de “Sol Nascente” que você trabalha pela primeira vez. Como está sendo contracenar com alguns colegas pela primeira vez?

Renata Dominguez: Está sendo ótimo. Conheci muitas pessoas, inclusive, da equipe quando fizemos um workshop maravilhoso para fazermos “Sol Nascente”, pois reuniu todo o elenco da novela o que é muito bom, afinal na maioria das vezes fazemos uma novela inteira sem sequer esbarrar nos bastidores com alguns colegas. E nesse workshop a energia fluiu e foi para a tela...

Jéfferson Balbino: Atualmente está no ar a reprise da novela “Amor e Intrigas” aonde você dá um show de interpretação com a mega vilã Walkíria que é o oposto da Sirlene de “Sol Nascente”. O que mais lhe satisfaz como atriz? Interpretar vilã ou mocinha?

Renata Dominguez: Olha, Jéfferson, a mocinha é mais difícil de fazer até porque você tem que tomar muito cuidado para a mocinha não ficar monótona. Embora, hoje em dia as mocinhas estejam mudando um pouco de perfil até porque o público vem se identificando mais com as vilãs até porque hoje em dia ninguém é mais cem por cento nobre, ou seja, é impossível haver aquela mocinha tradicional. A prova disso é que atualmente a gente vê mocinha querendo vingança e correndo atrás dos seus direitos.

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Jéfferson Balbino: A Valkíria de “Amor e Intrigas” lembra muito a Atena que a Giovanna Antonelli fez em “A Regra do Jogo”...

Renata Dominguez: Que honra! Obrigada, Jéfferson. A Giovanna é uma das minhas referências na carreira. Seria bom se tivesse essas duas personagens na mesma novela, né? (risos). Aliás, estamos, mas nenhuma das duas como vilãs (risos).

Jéfferson Balbino: Mas eu diria que a semelhança entre as personagens se devem pelo fato das duas interpretes estarem muito à vontade nos respectivos papéis. Era como se vocês estivessem brincando em cena de tão à vontade que estavam...

Renata Dominguez: É que a vilã te dá uma liberdade muito grande, pois você pode mesmo brincar, ou seja, qualquer coisa é permitido. Lembro que eu vi muito filme para fazer a Walkíria, talvez, seja isso que me fez ficar à vontade e confiante em cena.

Jéfferson Balbino: Mas você gosta de interpretar vilã?

Renata Dominguez: Eu me divirto muito fazendo vilã porque a vilã é um universo completamente diferente do nosso, afinal todos nós temos aquele lado, porém, não exercitamos (risos). Eu sofro, também, fazendo vilã, afinal quando eu fazia a Valkíria era difícil porque ela adorava quando a irmã estava numa pior e como eu poderia fazer aquilo sendo que a minha irmã é maior amor da minha vida então não podia imaginar como aquele ser que é o oposto de mim podia reagir daquela maneira. Já a mocinha é difícil, porque mexe com as nossas fraquezas pessoais...

Jéfferson Balbino: E quais são seus planos pessoais?

Renata Dominguez: Eu quero muito ser mãe, quero muito constituir uma família, afinal eu acredito no ‘felizes para sempre’. Tenho certeza que conseguirei realizar esse sonho na hora certa!

Jéfferson Balbino: E como foi retornar depois de muitos anos no elenco de “Malhação”?

Renata Dominguez: Foi emocionante! Foi como se eu tivesse recomeçando a minha própria história, afinal a Sol que fiz em “Malhação” foi a minha porta de entrada para a TV brasileira e foi a minha maior personagem até porque foram três anos vivendo esse papel. Voltar em “Malhação” após tantos anos foi como se eu tivesse revivendo o começo da minha história, porém, com muito mais maturidade, com mais bagagem e mais experiência.

Jéfferson Balbino: Você ficou um bom tempo de sua carreira na Rede Record. Como foi trabalhar na emissora?

 

Renata Dominguez: Foi muito importante, afinal lá na Record eu tive grandes oportunidades, ótimos papéis, foi um tempo necessário para eu me aprimorar. Fiz muitas amizades e cresci muito como pessoa e como profissional. Eu decidi sair de lá porque queria novos desafios e veio com o filme com o [Leandro] Hassum, a série da Fox que é “Na Mira do Crime”, o humorístico “Tomara que Caia” que era ao vivo, daí veio o retorno para “Malhação” que me rendeu fazer o “Sol Nascente”, enfim, acho que aconteceu tudo na hora certa, como sempre acontece em minha vida. 



Escrito por No Mundo dos Famosos às 22h21
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Entrevista Especial com RENATA DOMINGUEZ

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Jéfferson Balbino: E na Record, você fez muito trabalhos bons como, por exemplo, “Bicho do Mato”, “Rei Davi” e “Prova de Amor” que, aliás, foi um sucesso retumbante, também, graças a você, afinal foi na cena da sua personagem Paty que a trama bateu na audiência o “Jornal Nacional”. Poderíamos dizer que “Prova de Amor” foi seu melhor trabalho durante o período que você esteve na Record?

Renata Dominguez: Olha, Jéfferson, eu não tenho preferência pela personagem que mais rendeu prêmios e tal. Acho que todas as personagens que fiz sempre ocuparam um peso igual na minha vida. Sempre digo que não existe papel pequeno, mas o ator que faz o tamanho do papel, ou seja, todas as personagens que fiz foram para mim uma via de mão dupla, pois eu dei muito de mim e recebi muito delas também. Por isso não há um melhor momento que merece ser destacado, mas sim um todo. Eu tenho muito orgulho da minha trajetória até porque eu sempre priorizei tanto meu trabalho e que se eu não tivesse orgulho eu estaria dizendo que a minha vida não valeu a pena, porém, eu tenho consciência que eu tenho muito do que aprender ainda, pois é um processo contínuo, mas tenho orgulho de tudo o que já vivi e das conquistas.

Jéfferson Balbino: Foi algum familiar seu que te motivou a seguir a carreira artística?

Renata Dominguez: Eu não tenho DNA de artista na família. E por isso que eu tenho consciência de que tudo que consegui foi através de entrega, de persistência, de disciplina, de determinação. E não é fácil se manter nessa carreira a prova disso é que a gente vê muita gente talentosa que não tem oportunidades. Então eu tenho muito orgulho de mim.

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Jéfferson Balbino: Você que fez a Bate-Seba na minissérie “Rei Davi” sentiu alguma dificuldade por viver uma personagem totalmente fora de sua realidade?

Renata Dominguez: Não, porque eu tive muitos workshops que nos preparou. Nesse caso como é de época existe todo um estudo da época, das crenças, das tradições, da sociedade daquela época e eu tinha que entender os conceitos daquela época para viver aquela mulher. Mas depois que fiz todos os estudos de fora foi tranquilo. Para mim sempre foi mais difícil viver a personagem de dentro para fora, pois você fazer com verdade uma pessoa que é totalmente fora da sua realidade que é a parte mais puxada. Tanto de época quanto contemporâneo viver outro ser humano com verdade é o que é difícil. Portanto, o que distingue a maneira de compor uma personagem de época ou contemporânea é o método de criação, pois a relação de entrega de alma é a mesma coisa seja o tipo de personagem que for.

Jéfferson Balbino: Então você sempre compõe suas personagens de dentro para fora? Nunca pelo exterior?

Renata Dominguez: Sempre de dentro para fora... Eu acho que é muito mais difícil você desnudar a alma do que o corpo, sempre achei mais difícil expor o sentimento e a emoção do que simplesmente pintar a cor do cabelo e mudar o comprimento para fazer uma personagem. No externo a personagem me defende e no interno eu posso estar vulnerável. Portanto, a entrega de dentro pra fora sempre será o mais difícil.

Jéfferson Balbino: Como é a sua relação afetiva com suas personagens? Quando acaba um trabalho você fica triste de ter que deixar aquele ser que viveu durante um tempo com você?

Renata Dominguez: Ah, fica um vazio... Porém, eu estou cuidando disso até porque no começo da minha carreira era muito além da conta. Eu estou mais cuidadosa comigo, pois era muito a personagem. Eu deixava de viver a minha vida...

Jéfferson Balbino: Por isso que você faz terapia (risos)?

Renata Dominguez: Terapia eu não largo nunca mais. Tenho até pena da minha terapeuta, pois eu não me dou alta nunca (risos). Na verdade, eu comecei a terapia porque eu tive [Síndrome do] Pânico, em 2004, mas eu não parei de fazer mesmo ela tendo me dado alta há muito tempo. Eu era preconceituosa com terapia, mas hoje em dia eu adoro, acho que todo mundo deveria fazer. É útil para tudo, pois as vezes você fica limitado num ponto de vista e a terapia te amplia um leque que te mostra como o mundo é maior do que tudo aquilo que você vê, pois, às vezes, você se tortura por uma coisa que nem é real, ou seja, você cria monstros e acredita que eles são reais enquanto eles nem existem. Então a terapia faz você desqualificar muitos medos.

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Jéfferson Balbino: Qual personagem que você acredita que conquistou de maneira contumaz o público e, consequentemente, a crítica?

Renata Dominguez: Acredito que tiveram várias, pois a Solene de “Malhação” virou a Sol. Eu digo que eu tive várias etapas de sucesso na minha carreira... Quando fui fazer uma vilã em “A Escrava Isaura” eu ganhei mais prestigio profissional, na Paty de “Prova de Amor” eu virei símbolo sexual (risos), ou seja, cada uma trouxe uma coisa.

Jéfferson Balbino: É verdade que você fez um teste de elenco para participar da versão latina da novela “Vale Tudo”?

Renata Dominguez: Sim! Meu primeiro teste na Globo não foi para fazer a Solene de “Malhação”, mas sim para fazer a versão latina de “Vale Tudo” que lá fora se chamou “Vale Todo”. E como eu trabalhei no Equador no Tablado eu virei a ‘equatorianinha’ e a Globo estava procurando uma atriz que falava espanhol fluentemente, mas fui parar na sala do diretor Ricardo Waddington que me perguntou se eu topava engordar 12 kilos para fazer a Solene em “Malhação”...

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Jéfferson Balbino: Você é uma atriz que assiste novela?

Renata Dominguez: Assisto, porém, assisto mais séries. Gosto muito de assistir séries. Me mantenho atualizada em séries, pois é a linguagem atual e que vem crescendo cada vez mais. Amo “Game Of Thrones”, “Downton Abbey” e muitas outras...

Jéfferson Balbino: O que você ressaltaria do trio de novelistas: Walther Negrão, Júlio Fisher e Suzana Pires?

Renata Dominguez: O [Walther] Negrão eu adoro, inclusive, a gente já vinha flertando para trabalhar junto. O Júlio [Fischer] eu conheço pouco estou conhecendo pelos capítulos. Sou muito fã da Suzana [Pires], pois acho ela muito talentosa, ela é uma medalha de ouro, o coringa da Globo, pois faz tudo muito bem! Ela é uma artista completa!

Jéfferson Balbino: Querida, eu amei te entrevistar. Adoro demais seu trabalho e, é sempre muito bom ter você no ar! Beijos e muito mais sucesso!

 

Renata Dominguez: Obrigada, Jéff! Beijos querido!



Escrito por No Mundo dos Famosos às 22h21
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TV Tudo

O FIM MELANCÓLICO DE "VELHO CHICO" E AS PRIMEIRAS IMPRESSÕES DE "A LEI DO AMOR"

 

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TV Tudo no ar! E passaram-se as duas primeiras semanas de "A Lei do Amor". Mas antes, opino sobre o final de "Velho Chico", para que não se deixe passar batido. 

Como não podia deixar de ser, a novela de Benedito Ruy Barbosa terminou de forma melancólica. Mas não por ruindade, muito longe disso. Infelizmente não havia clima para finais todos felizes, diante da trágica morte de Domingos Montagner, protagonista da história, há um mês. Inegavelmente o ator deixou uma imensa saudade. 

Para relembrar, faltavam algumas cenas de Santo para serem gravadas. A solução encontrada foi a câmera ser o ponto de vista de Santo. Justo e criativo como forma de homenagear o falecido ator. E essas cenas geralmente foram em festividade, ainda que em claro semblante abatido do elenco, sobretudo de Camila Pitanga. A parceira de cena e intérprete de Tereza (de excelente química) presenciou de perto a tragédia da vida real.

As cenas em questão envolveram o casamento deles próprios, e antes, Miguel (Gabriel Leone) e Olívia (Giulia Buscacio). 

Quem também chamou atenção nesse final foi Afrânio, em magistral atuação de Antônio Fagundes, finalmente mostrando a que veio como um dos principais artistas do elenco da novela. Em busca de seu filho, Martim (Lee Taylor), cujo espírito navegava na misteriosa embarcação marítima "Gaiola Encantado", submergiu nas águas do rio, abandonando seus trejeitos de "coronel Saruê", sobretudo a peruca ridícula. Voltou totalmente regenerado, recuperando o amor de sua esposa Iolanda (Christiane Torloni). 

Como não podia deixar de ser, a cena final foi um remix de cenas onde Santo navegava nas águas do Velho Chico. Uma simplória homenagem para encerrar, sem muito alarde, a novela marcada por imagens exuberantes, mas também com estranhezas causadas ao grande público. Infinitamente melhor que "Babilônia" e "A Regra do Jogo", apesar do fracasso no Ibope, consegue deixar alguma saudade. 

Faltou homenagear outro ator falecido da trama, Umberto Magnani. Pena! 



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Agora sim, falemos de "A Lei do Amor". Sinceridade à parte, não curti muito as suas duas primeiras semanas. O melhor mesmo foi a transição da primeira para a segunda fase. Diferente de "Velho Chico", com fase inicial durando quase um mês, a nova trama de Maria Adelaide Amaral e Vincent Villari durou apenas cinco capítulos. E pode-se dizer que a história resumiu-se no foco principal o casal protagonista, Pedro e Helô. A história principal é boa, só é preciso reverter os rumos para melhorar repercussão, que anda muito baixa. Ou sua audiência será sofrível! 

A destacar os primeiros capítulos, o casal na juventude foi interpretado por Chay Suede e Isabelle Drummond. Com ótima aceitação do público, de química perfeita, a dupla deve repetir um novo par romântico, agora na próxima novela das seis, "Novo Mundo", ano que vem. Nomes como Thiago Martins, muito bem como Tião Bezerra, e Maurício Destri deram as caras também. Do núcleo principal, os vilões Fausto e Magnólia permaneceram com seus mesmos intérpretes, Tarcisio Meira e Vera Holtz. Sem falar na parceria de mãe e filha que rolou entre Gabriela Duarte e Regina Duarte. Elas fizeram o papel de Susana, na juventude e vida adulta. Pena que durou pouco, pois a personagem morreu em um atentado contra Fausto... Ela foi usada no passado na armação fajuta para separar o casal principal.

Agora, Helô vive um casamento de fachada com Tião, rancoroso e malvado, no primeiro papel de vilão da carreira de José Mayer. Descoberta a armação revelada por Fausto, Pedro tenta "barrar a lei do amor", em busca de sua paixão. 
Cláudia Abreu e Reynaldo Giannechini estão bem nos papéis principais, mas ainda falta algo para melhorar. Sim, a química. 

E se tem uma personagem que vai causar ódio ao telespectador é Letícia, fruto do relacionamento de Helô e Pedro, mas que acha que Tião é seu pai. Quando souber a verdade, pense que ninguém vai segurar a sua raiva. Está para nascer uma nova Camila de "Laços de Família"! E aliás, boa atuação de Isabela Santoni, em sua primeira novela fixa após a Carina de "Malhação Sonhos".
Personagens importantes é o que não faltam. Se for bem desenvolvida, vamos se dar por satisfeitos, e assim veremos um novelão clássico. Aguardemos! 

Uma última observação: seria de Domingos Montagner o papel de Tião Bezerra, até onde se divulgava ano passado. "A Lei do Amor", antes chamada "Sagrada Família", era prevista para após "A Regra do Jogo", mas acabou adiada para o segundo semestre, tendo a Globo antecipado a produção de "Velho Chico". Daí que o falecido ator foi remanejado para este elenco, por desejo próprio de interpretar Santo dos Anjos. 

Coisas do destino...

 






Escrito por No Mundo dos Famosos às 22h18
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